Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Florescimento da soja requer reforço contra a ferrugem

A entrada das primeiras lavouras de soja paranaenses na fase de florescimento, o que corresponde de 20% a 30% da área cultivada no Estado, coloca em alerta produtores e técnicos de diferentes regiões para a ocorrência da ferrugem.

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Redação (08/12/06) – Esse reforço no monitoramento é necessário porque, a partir da fase de florescimento, a planta fica mais sensível à infecção da ferrugem asiática e a identificação, logo no início dos primeiros sintomas é fundamental para o sucesso do controle.

“A ferrugem é uma doença bastante agressiva, de rápida evolução e o produtor não deve se descuidar, porque um atraso no momento ideal de aplicação pode comprometer seriamente a eficiência do controle”, explica Cláudia Godoy, pesquisadora da Embrapa Soja. Na safra passada, a rede de laboratórios integrados ao Consórcio Antiferrugem registrou 245 focos no Paraná.

Nesta safra, o Estado registrou, até ontem apenas dois focos de ferrugem em plantas de soja guaxa (que emergem após a colheita), nos municípios de Marechal Cândido Rondon e Formosa do Oeste, mas a tendência é que os focos comecem a aparecer em lavouras comerciais a partir dos próximos dias. “A expectativa é que nesta safra a doença seja mais agressiva, em função da ocorrência do fenômeno El NiÀo, que provoca maior regularidade das chuvas”, projeta a pesquisadora.

Para os sojicultores, o segredo para não gastar dinheiro com aplicações desnecessárias ou ter redução de produtividade pelo atraso no controle é monitorar intensamente a lavoura e ficar de olho no que ocorre nas propriedades vizinhas. “O agricultor deve tomar a decisão sobre o momento do controle baseado em informações do monitoramento regional, nas condições de sua lavoura, na disponibilidade de equipamentos para aplicação e na previsão climática”, observa Cláudia.

A vistoria das lavouras em busca dos primeiros focos deve ser realizada em toda a propriedade e atenção especial deve ser dada nas regiões de baixada, próximas a riachos ou com zonas de sombreamento, que são mais propícias ao desenvolvimento do fungo. Os focos costumam aparecer inicialmente nas folhas da parte inferior da planta. A folha deve ser observada contra um fundo claro. A ferrugem provoca minúsculas pontuações escuras no verso da folha. As suspeitas devem ser encaminhadas a laboratórios credenciados pelo Consórcio Anti-Ferrugem.

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