Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 65,64 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 152,22 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 158,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,23 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,81 / kg
Suíno - Estadual MG ↓ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,80 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,98 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,90 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 130,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 139,79 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 121,35 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 133,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,22 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,24 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.569,82 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.482,17 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 127,79 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 133,72 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 148,67 / cx

Florescimento da soja requer reforço contra a ferrugem

A entrada das primeiras lavouras de soja paranaenses na fase de florescimento, o que corresponde de 20% a 30% da área cultivada no Estado, coloca em alerta produtores e técnicos de diferentes regiões para a ocorrência da ferrugem.

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Redação (08/12/06) – Esse reforço no monitoramento é necessário porque, a partir da fase de florescimento, a planta fica mais sensível à infecção da ferrugem asiática e a identificação, logo no início dos primeiros sintomas é fundamental para o sucesso do controle.

“A ferrugem é uma doença bastante agressiva, de rápida evolução e o produtor não deve se descuidar, porque um atraso no momento ideal de aplicação pode comprometer seriamente a eficiência do controle”, explica Cláudia Godoy, pesquisadora da Embrapa Soja. Na safra passada, a rede de laboratórios integrados ao Consórcio Antiferrugem registrou 245 focos no Paraná.

Nesta safra, o Estado registrou, até ontem apenas dois focos de ferrugem em plantas de soja guaxa (que emergem após a colheita), nos municípios de Marechal Cândido Rondon e Formosa do Oeste, mas a tendência é que os focos comecem a aparecer em lavouras comerciais a partir dos próximos dias. “A expectativa é que nesta safra a doença seja mais agressiva, em função da ocorrência do fenômeno El NiÀo, que provoca maior regularidade das chuvas”, projeta a pesquisadora.

Para os sojicultores, o segredo para não gastar dinheiro com aplicações desnecessárias ou ter redução de produtividade pelo atraso no controle é monitorar intensamente a lavoura e ficar de olho no que ocorre nas propriedades vizinhas. “O agricultor deve tomar a decisão sobre o momento do controle baseado em informações do monitoramento regional, nas condições de sua lavoura, na disponibilidade de equipamentos para aplicação e na previsão climática”, observa Cláudia.

A vistoria das lavouras em busca dos primeiros focos deve ser realizada em toda a propriedade e atenção especial deve ser dada nas regiões de baixada, próximas a riachos ou com zonas de sombreamento, que são mais propícias ao desenvolvimento do fungo. Os focos costumam aparecer inicialmente nas folhas da parte inferior da planta. A folha deve ser observada contra um fundo claro. A ferrugem provoca minúsculas pontuações escuras no verso da folha. As suspeitas devem ser encaminhadas a laboratórios credenciados pelo Consórcio Anti-Ferrugem.

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