Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,18 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,14 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 154,91 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,33 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,43 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,49 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,67 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,60 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,62 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,40 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.560,92 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.455,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,63 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Grãos disparam em Chicago (EUA)

Entretanto, as recentes baixas limitam lucro do produtor rural.

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Redação (25/11/2008) – A especulação em torno do plano de resgate que o governo dos Estados Unidos costura para salvar o Citigroup animou ontem os mercados americanos em geral e agrícolas em particular. O raciocínio dos traders que negociam produtos como milho, trigo e soja na bolsa de Chicago é que o socorro oficial ao banco servirá para reforçar a confiança dos consumidores do país, o que serviria para amenizar os efeitos da desaceleração econômica doméstica e externa sobre a demanda por commodities.

Dos três produtos agrícolas citados, os mais negociados em bolsa no mundo, o que mais subiu na segunda-feira em Chicago foi o trigo. Os contratos futuros com vencimento em março, que atualmente ocupam a segunda posição de entrega (normalmente os de maior liquidez), fecharam a US$ 5,5675 por bushel, ganho de 38,75 centavos de dólar (7,48%). Com isso, esses contratos passaram a apresentar estabilidade em novembro, e a queda acumulada em 2008 diminuiu para 37,65%.

Já a segunda posição da soja (março) subiu 44,50 centavos de dólar (5,25%) e encerrou a sessão negociada a US$ 8,9175, ainda abaixo da barreira de US$ 9 mas também com saldos acumulados menos deficitários. No mês, a baixa diminuiu para 4,42%; em 2008, para 26,56%. Traders de Chicago lembraram que, com o pacote de socorro destinado ao Citigroup, a expectativa de um conjunto de medidas de estímulo de ajuda à economia esperado para janeiro ganhou fôlego.

No mercado de milho, os contratos de segunda posição (março) registraram ontem alta de 16,75 centavos de dólar (4,73%) e fecharam a US$ 3,71 por bushel. Em novembro, o preço do grão passou a acumular retração de 11,51%, enquanto a queda no ano passou a 20,51%. Analistas também realçaram que, apesar da crise financeira e seus reflexos, as perspectivas de longo prazo para a demanda global por alimentos – e, portanto, para as commodities agrícolas de Chicago – permanecem firmes.

Como apontam as variações negativas de preços acumuladas em 2008, a disparada de ontem não será suficiente para conter uma forte queda de renda e lucros dos agricultores americanos no ano que vem, como deverá apontar hoje previsão do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA). Segundo Chris Hurt, economista da Purdue University, em Indiana, o lucro líquido conjunto dos produtores do país deverá recuar pelo menos US$ 50 bilhões em relação à estimativa para 2008. Em agosto, o USDA projetou para este ano lucro líquido conjunto recorde de US$ 95,7 bilhões, mas o número deverá ser revisto.

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