Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Dia de otimismo sustentam grãos

Boas perspectivas sobre a economia e queda do dólar resultam em valorização de milho, trigo e soja na bolsa de Chicago (EUA).

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Redação (17/03/2009)- Um novo surto de otimismo em relação ao comportamento das economias americanas e global no curto e médio prazos dominou ontem os mercados de commodities agrícolas e determinou a valorização de milho, trigo e soja na bolsa de Chicago.

Colaboraram para esse otimismo a preocupação do G-20 com ativos tóxicos e o fato de Ben Bernanke, presidente do Fed (banco central americano) ter declarado que a recessão nos Estados Unidos poderá ter fim ainda em 2009. A desvalorização do dólar em relação a outras moedas também ajudou a sustentar as cotações, já que, em tese, o movimento confere maior competitividade às exportações americanas.

No mercado de trigo em Chicago, os contratos com vencimento em julho, que atualmente ocupam a segunda posição de entrega (normalmente a de maior liquidez), fecharam a US$ 5,5675 por bushel, alta de 26 centavos de dólar em relação à sexta-feira. Proporcionalmente, foi a maior elevação desde novembro.

Na soja os ganhos também foram expressivos. Os papéis para julho (segunda posição) voltaram a superar a barreira de US$ 9 por bushel e fecharam a US$ 9,07, valorização de 32,25 centavos de dólar. Foi o maior salto desde o início de janeiro deste ano.

No caso do milho, finalmente, a alta observada foi mais modesta. Julho (segunda posição) subiu 3,50 centavos de dólar, para US$ 4,0175 por bushel. Na semana passada, o milho já havia registrado valorização de 7,5% em Chicago, a maior alta semanal de 2009 na bolsa americana.

Os ganhos mantêm as três principais commodities agrícolas com cotações pelo menos 30% superiores às médias históricas na bolsa de Chicago, mas as quedas em relação ao mesmo período do ano passado, quando a ascensão já era vertiginosa, ainda são também superiores a 30%.

Traders realçaram que ganha força a especulação em torno do primeiro relatório de campo do Departamento da Agricultura dos EUA (USDA) sobre as intenções de plantio no país na safra 2009/10, que será publicado no dia 31 deste mês.

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