Sindicato do adubo, no Rio Grande do Sul, luta para obtenção de menos tributos junto ao governo do Estado.
Fertilizantes sem impostos
O atual presidente do Sindicato da Indústria de Adubos do Rio Grande do Sul, Torvaldo Antonio Marzolla Filho, foi reeleito para mais um mandato, no triênio 2009/2012. O Estado conta com 15 fabricantes no setor, que geram mais de 3.000 postos de trabalho diretos e 10.000 indiretos.
A produção gaúcha de fertilizantes totaliza 4 milhões de toneladas anuais, o que coloca o Estado na posição de quarto polo industrial no setor, superado por Minas Gerais, São Paulo e Paraná. Do volume produzido, 30% são comercializados em outras regiões do País e 5% exportados para Argentina, Uruguai, Paraguai e Chile.
A prioridade da nova gestão será pela desburocratização e eliminação da carga tributária meramente arrecadatória, como a cobrança da taxa do Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante, que incide em 25% sobre o valor do frete e representa de 4 a 5% do preço final dos adubos para o produtor rural. “Como o Rio Grande do Sul importa a totalidade das matérias-primas, o impacto da manutenção dessa taxação é maior do que em outros estados, que dispõem de insumos básicos nacionais”, explica.
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No esforço para aumentar a competitividade das indústrias locais, o sindicato já obteve, junto ao governo gaúcho, a redução em 75% da alíquota de ICMS pago nas vendas de adubos para outros estados.























