Políticas públicas são fundamentais para produção sustentável de cana-de-açúcar. Plantação restrita na Amazônia, Pantanal e Alto Paraguai.
Preocupação com meio ambiente
Estudos e pesquisas de clima, solo e temperatura são fundamentais para consolidar uma política pública que fomente a agricultura no Brasil e aumente a produtividade, de forma harmoniosa e sustentável, conciliando produção de alimentos e matérias-primas para biocombustíveis. A afirmação é assessor do Departamento de Cana-de-açúcar e Agroenergia do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, José Nilton Vieira, que participou do encerramento da 2ª Semana do Etanol, em Ribeirão Preto, na última sexta (20/11).
Vieira falou sobre o Zoneamento Agroecológico da Cana-de-açúcar (ZAECana) no Brasil, destacando a importância de investir em pesquisas de alto nível, desenvolver programas e políticas de produção de biocombustíveis compatíveis com o mundo atual, que cada vez mais requer cuidados com o meio ambiente. “O nosso objetivo é produzir etanol de forma sustentável, respeitando as diversidades climáticas e ambientais”, disse o assessor do Ministério da Agricultura para os 60 representantes de países africanos, asiáticos, americanos e oceânicos que participaram do encontro.
ZAECana – Em setembro, o Mapa publicou o ZaeCana, estudo que indica os municípios aptos para o cultivo da cana. São medidas para orientar a expansão de novas unidades produtoras e identificar mais de 60 milhões de hectares próprios para a cultura, em seus três tipos de aptidão (alta, média e baixa). Além disso, restringe a plantação nos biomas Amazônia, Pantanal e Bacia do Alto Paraguai.
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