Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Alta dos grãos

Fenômenos climáticos e dólar incentivam disparada na cotação de grãos na bolsa de Chicago (EUA).

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Alta dos grãos

Adversidades climáticas na América do Norte e na Europa e a queda do dólar diante de outras moedas no mercado internacional durante boa parte do dia determinaram uma forte valorização dos preços dos grãos ontem na bolsa de Chicago.

Percentualmente, a maior alta foi observada no mercado de trigo. Os contratos com vencimento em setembro, que ocupam a segunda posição de entrega (normalmente a de maior liquidez), subiram 51,25 centavos de dólar por bushel, ou 6,35%, e encerraram a sessão a US$ 8,5850. Com isso, a segunda posição passou a acumular ganhos de 7,15% em maio, de 4,6% em 2011 e de 76,92% nos últimos 12 meses, conforme o Valor Data.

No caso do milho, a segunda posição (setembro) registrou alta de 24,75 centavos de dólar por bushel (3,53%), fechou a US$ 7,1750 e agora apresenta valorizações acumuladas de 12,73% neste ano e de 94,84% em 12 meses. Na soja, a segunda posição (agosto) subiu 36,50 centavos de dólar (2,73%) e o ganho em 12 meses passou a 47,01%. Em 2011, entretanto, ainda há retração de 2,16%.

Se a oscilação do dólar influenciou as altas das três commodities agrícolas de maior liquidez internacional, os problemas climáticos tiveram mais efeito no trigo, cuja oferta encara estiagem em regiões da França e chuvas em excesso nos EUA e no Canadá. No milho, a situação americana é mais preocupante porque o plantio no país já está atrasado. A soja pegou “carona” nas altas de trigo e milho.

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