Ministério da Agricultura estipula novas regras de armazenamento. Silos terão que receber melhorias até 2017, mas a movimentação começou.
Regras de armazenamento

Em todo o país existem 17 mil unidades de armazenamento, muitas foram construídas há décadas e serão as mais atingidas pelas novas regras.
As adequações afetam a recepção, secagem e conservação dos grãos. Entre as melhorias exigidas estão sistemas de ventilação mais modernos, temperatura, combate à incêndio e controle de pragas.
As mudanças também são uma forma de garantir presença no mercado internacional, até porque, grande parte da produção brasileira é exportada e os compradores estão cada vez mais exigentes.
A China, por exemplo, já recusou carregamentos brasileiros que estavam mal conservados.
Leia também no Agrimídia:
- •UE pode suspender frango brasileiro por atraso em auditoria sanitária
- •Paraná projeta 22,64 milhões de toneladas de soja e redesenha o custo da proteína em 2026/27
- •Crédito do agro atinge R$ 580,78 bilhões em CPR e exportações somam US$ 218,6 bilhões no ano
- •Oferta de carne de frango no 2º trimestre atinge 2,25 milhões de toneladas
De olho nas novas regras, 150 representantes de todo o país reuniram-se na Embrapa para discutir as medidas do Ministério da Agricultura.
O prazo para adequações é de cinco anos, mas a intenção é que os ajustes comecem imediatamente. Futuras unidades serão construídas e segundo a Associação Brasileira de Pós-Colheita, 20% dos armazéns não têm como se adequar e serão demolidos.























