Grandes importadores de grãos intensificaram a aquisição de soja e milho temendo um possível desabastecimento.
Alta nos preços das commodities traz esperança para o setor

A estiagem que atingiu não só a região Sul do Brasil, mas toda a América do Sul, já trouxe grandes prejuízos para a safra de grãos deste ano. Até o momento, as perdas totalizam 24% da produção só no Paraná. Porém, nem tudo está perdido para o setor.
Grandes importadores de grãos, como países da Europa e a China, intensificaram a aquisição de soja e milho temendo um possível desabastecimento. A medida, segundo consultores de mercado, tem influenciado os preços das commodities, que acenam com siginificativas altas. A saca da soja, por exemplo, tem batido na casa dos R$ 50.
No Estado, a retomada de preços já motiva muitos produtores a intensificarem a colheita e a comercialização. Até o momento, de acordo com Marcelo Garrido, engenheiro agrônomo da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), 40% da safra paranaense de soja já foi colhida e comercializada. No caso do milho, 39% da safra foi colhida e 24% vendida.
Leia também no Agrimídia:
- •Produtividade sustentou o agro por 25 anos, mas crédito caro deixou o setor exposto após a pandemia, aponta Cepea
- •ABCS e ABEGS apresentam pautas sanitárias da suinocultura ao novo diretor do departamento de Saúde Animal
- •Paraná deve colher 22,75 milhões de toneladas de soja em 2026/27, estima Deral
- •Mercado de frango segue sem impacto dos novos focos de Newcastle em SC
“O momento é favorável para a comercialização e o produtor está aproveitando para acelerar a colheita e diminuir os prejuízos”, explica.






















