Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Grãos

Fim do acordo de grãos: o que muda no preço dos alimentos?

Segundo o Índice de Preços de Alimentos da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), o valor da comida subiu em julho em todo o mundo

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Fim do acordo de grãos: o que muda no preço dos alimentos?

O Índice de Preços de Alimentos da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) subiu em julho, alcançando média de 123,9 pontos, avanço de 1,5 pontos (1,3%) ante o mês anterior, mas recuo de 16,6 pontos (11,8%) em relação ao mesmo mês do ano passado. A alta ocorreu pelo aumento no preço de óleos vegetais com o fim do acordo de grãos entre Rússia e Ucrânia e com a escalada de conflitos entre os dois países e pelas novas restrições comerciais ao arroz.

Cereais

O subíndice de preços dos cereais registrou média de 125,9 pontos em julho, 0,7 pontos (0,5%) a menos em relação a junho e 21,3 pontos (14,5%) abaixo de um ano atrás. O milho manteve a tendência de queda, por causa do aumento no fornecimento sazonal das colheitas da Argentina e do Brasil, além da possível produção mais alta do que o esperado nos Estados Unidos.

Já o trigo subiu 1,6%, primeiro aumento em nove meses, em virtude das incertezas com as exportações ucranianas após o fim do acordo de grãos e aos danos contra infraestruturas portuárias da Ucrânia. As condições de seca no Canadá e nos EUA também exerceram pressão.

Os preços da cevada ficaram praticamente estáveis e os do sorgo apresentaram queda, acompanhando milho e trigo. O arroz aumentou 2,8% em julho, atingindo seu nível mais alto desde setembro de 2011, impulsionado pela proibição da Índia à exportação de boa parte dos tipos do grão.

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