Pesquisa britânica afirma que intoxicação alimentar pode estar ligada ao estresse das aves.
Reino Unido pesquisa evolução de bactéria
A bactéria causadora da intoxicação alimentar pode ser detectada em aves selecionadas, conclui a pesquisa da Universidade de Bristol com apoio da indústria avícola do Reino Unido.
Liderada pelo professor Tom Humphrey, do departamento veterinário da universidade, a pequisa analisou o desenvolvimento da bactéria Campylobacter em frangos. Os casos de intoxicação alimentar por essa bactéria chega à 400.000 por ano na Inglaterra.
Aves mal cozidas são a principal causa da contaminação. Os estudos foram realizados em condições que não podem comprometer o ambiente de produção.
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Pesquisas em muitos países demonstram que, após o transporte, o número de bactérias campylobacter se eleva, principalmnete no intestino dos animais. O trabalho de Bristol demonstrou que essa informação pode estar associada à liberação de hormônios que causam estresse. Esse hormônio dá à bactéria a chance de crescer mais rapidamente, tornando-a móvel e invasiva, aumentando sua capacidade de causar a virulência.
Uma outra conclusão da pesquisa prova que a bactéria pode interagir com outros organismos presentes no intestino nos animais. Os resultados desse estudo fornecem informações que podem permitir o controle da infecção no ambiente de trabalho, tornando-o mais seguro e diminuindo os casos de intoxicação.
A indústria avícola britânica está trabalhando para controlar a campylobacter. Esses esforços, apoiados pelos cientistas britânicos, auxiliarão a indústria e colaborarão com a produção industrial”, afirma Humphrey.
* Com informações do World Poultry





















