Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,19 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,81 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,73 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.473,16 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Sanidade

Reino Unido pesquisa evolução de bactéria

Pesquisa britânica afirma que intoxicação alimentar pode estar ligada ao estresse das aves.

A bactéria causadora da intoxicação alimentar pode ser detectada em aves selecionadas, conclui a pesquisa da Universidade de Bristol com apoio da indústria avícola do Reino Unido.

Liderada pelo professor Tom Humphrey, do departamento veterinário da universidade, a pequisa analisou o desenvolvimento da bactéria Campylobacter em frangos. Os casos de intoxicação alimentar por essa bactéria chega à 400.000 por ano na Inglaterra.

Aves mal cozidas são a principal causa da contaminação. Os estudos foram realizados em condições que não podem comprometer o ambiente de produção.

Pesquisas em muitos países demonstram que, após o transporte, o número de bactérias campylobacter se eleva, principalmnete no intestino dos animais. O trabalho de Bristol demonstrou que essa informação pode estar associada à liberação de hormônios que causam estresse. Esse hormônio dá à bactéria a chance de crescer mais rapidamente, tornando-a móvel e invasiva, aumentando sua capacidade de causar a virulência.

Uma outra conclusão da pesquisa prova que a bactéria pode interagir com outros organismos presentes no intestino nos animais. Os resultados desse estudo fornecem informações que podem permitir o controle da infecção no ambiente de trabalho, tornando-o mais seguro e diminuindo os casos de intoxicação.

A indústria avícola britânica está trabalhando para controlar a campylobacter. Esses esforços, apoiados pelos cientistas britânicos, auxiliarão a indústria e colaborarão com a produção industrial”, afirma Humphrey.

* Com informações do World Poultry

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