Estabilidade no preço da carne suína ajuda política de recuperação monetária na China.
Carne suína segura inflação

Atualmente, a carne suína, que era fonte de inflação na China há anos atrás, tornou-se uma das responsáveis pela estabilidade do setor monetário do país, que se encontra em crise.
A concessão de empréstimos bancários, recorde no primeiro semestre, é motivo de preocupação para o aumento da inflação sobre os alimentos. Embora as condições monetárias sejam inquestionáveis para determinar o curso da inflação, o preço único da carne suína é muito importante para China.
A carne suína é o principal componente da alimentação chinesa e corresponde a um terço do índice de preços ao consumidor. Um grande abate de suínos, devido à uma doença ocorrida em 2007 provocou a pior inflação do país em uma década. Segundo a Reuters, as tendências do mercado suíno na China são inquietantes.
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Com a situação revertida, analistas da indústria e os agricultores associam a estabilidade do preço ao programa de estocagem do governo – que procura atender a demanda da grande população chinesa – diz a Reuters.
Segundo a Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforna (NDRC, sigla em inglês), o país precisaria de cerca de 410 milhões de suínos vivos, incluindo 41 milhões de leitoas, para manter o mercado em equilíbrio. Os dados oficiais mostram que a China possuia 447,2 milhões de suínos vivos e 48,3 milhões de leitoas até o final de junho.
* Tradução Suinocultura Industrial





















