Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Campylobacter

Intoxicação alimentar

Pesquisa revela que a campylobacter na carne de frango é a principal causa das contaminações humanas, ultrapassando a Salmonela.

A Comissão Europeia de Segurança Alimentar (EFSA, sigla em inglês) publicou dados sobre os crescentes casos de contaminação e doenças gastrointestinais causadas pela Campylobacter.

Ao longo dos últimos anos a Campylobacter foi registrada como agente mais frequente de intoxicações alimentares, ultrapassando a Salmonela. São aproximadamente 50 casos confirmados a cada 100.000 pessoas em 17 países europeus desde 2007.

Estudos mundiais sobre epidemiologia indicam que o maior responsável pela Campylobacteriose é a carne de aves. No entanto, a proporção potencial da doença ainda é desconhecida. A Comissão Européia solicitou à UFSA que atualizasse suas pesquisas sobre a Campilobactéria, com especial referência à carne de frango, possíveis opções de controle e desempenho da doença para participar de uma conferência.

A reunião envolveu mais de 90 cientistas e representantes de 30 países, incluindo a Nova Zelândia, que registriu incidência de 383,5 casos a cada 100.000 habitantes. Grupos de discussão paralelos abordaram os temas: atribuição de origem e impacto da Campilobactéria na saúde; avaliação quantitativa do risco da carne de frango e sua resistência às fluoroquinolonas (uma substância antimicrobiana) e medidas eficazes de controle na produção de frango do campo até a mesa.

Concluiu-se que, embora existam muitas rotas de transmissão da campilobactéria, a carne de aves é a principal, por causa da exposição humana. As medidas de controle foram debatidas para toda cadeia de aves, em termos de eficácia e possíveis barreiras à sua implementação. Os participantes da reunião chegaram à conclusão que o controle deve centrar-se na redução da campilobactéria na carcaça das aves.

Também foram apresentadas provas que o uso de fluoroquinolonas na criação levou os animais a criar resistência ao antibiótico, contribuindo para a contaminação da Campilobactéria na carne e infecção de pessoas.

Os participantes concordaram que os dados quantitativos da Europa são necessários para identificar regiões e medidas de controle promissoras. A parceria direta entre os setores veterinários e de criação de animais foi vista como fundamental para melhorar a coleta de dados, estudos no campo e protocolos para permitir o controle da bactéria.

* Tradução Avicultura Industrial

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