Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,62 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,26 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,52 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,94 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,32 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,62 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,81 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,70 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 145,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.532,17 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.419,84 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,83 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Economia

Problema do câmbio está na China

Para Albert Fishlow, distorção cambial no mundo é provocada pelo gigante do oriente.

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Problema do câmbio está na China

A grande distorção cambial no mundo não está sendo provocada pelos países desenvolvidos, mas pela China. A afirmação foi feita nesta quinta-feira pelo professor emérito da Universidade de Columbia, Albert Fishlow, que participou de seminário para discutir as estratégias para expansão do Brasil, realizado pela Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi).
 
Em sua avaliação, a China deseja continuar aproveitando as vantagens comerciais proporcionadas pela forte depreciação de sua moeda. “Essa é a questão que deve ser resolvida. A moeda chinesa precisa ser apreciada”, ressaltou, ao comentar as recentes declarações do ministro da Fazenda, Guido Mantega, que dão conta da existência de uma “guerra cambial”.
 
O professor da Universidade de Columbia também ressaltou que o Brasil ainda sofre o impacto da capitalização da Petrobras, que provocou farta entrada de capital externo no país e contribuiu para a desvalorização do real. Além disso, o país está no centro das atenções dos investidores estrangeiros. “Enquanto os Estados Unidos, a Europa e o Japão registram baixa taxa de crescimento, o Brasil vem apresentando forte expansão”, explicou.
 
O vice-presidente de Crédito para a América Latina da Moody’s, Mauro Leos, enfatizou que o Brasil reúne uma série de fatores positivos que, juntamente com a expectativa de continuidade no crescimento, faz do país um dos destinos favoritos dos estrangeiros. “Por enquanto, isso não representa risco para o Brasil. Mas o governo precisa ficar atento e formar uma reserva fiscal para evitar problemas futuros”, sugeriu.

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