Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,25 / kg
Soja - Indicador PR R$ 154,95 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 162,02 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,69 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,74 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.385,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 161,30 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 135,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
Destaque Todas Páginas
Mercado Externo

Rússia na OMC

Russos querem entrar na Organização, porém, com direito a subsídios bilionários, causando reação dos exportadores no Brasil.

Compartilhar essa notícia
Rússia na OMC

A Rússia insiste em entrar na Organização Mundial do Comércio (OMC) com direito de continuar dando um volume bilionário de subsídios agrícolas, que causa reação dos exportadores agrícolas como o Brasil.

Moscou quer aderir com subsídios agrícolas de US$ 9 bilhões e só cortá-los gradualmente pela metade em 2017, quando ficaria em US$ 4,4 bilhões, conforme nova proposta apresentada aos membros da OMC.

O montante da ajuda representa 14% do valor bruto de sua produção agrícola, maior do que nos Estados Unidos, onde o percentual fica em 10%. “Os russos exigem facilidades leoninas na agricultura”, diz um negociador.

Levantamento da Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) mostra que, ao mesmo tempo em que negociava sua adesão à OMC, a Rússia continuou aumentando sua ajuda ao setor agrícola: o nível de apoio ao produtor pulou de 5% do valor da produção em 2000 para os 14% em 2006-2008.

Cerca de 30% da renda dos produtores de carnes bovina e frango vêm dos subsídios. No caso da produção suína e de açúcar, o percentual chega a 40%. O plano é depender menos das importações do Brasil, EUA e UE.

Maxim Medevkov, principal negociador russo, disse na imprensa local que as condições para importação de carnes suína, bovina e frango serão “endurecidas”, mas acha que isso não será obstáculo para entrar na OMC.

O grupo de Cairns, que reúne os principais países exportadores, incluindo Brasil, EUA, Argentina, Austrália e o Canadá, nega ter aceito a proposta, como chegou a ser noticiado em Moscou.

O que o grupo fez foi pedir ao governo de Medvedev para apresentar detalhes de sua nova proposta, afim de ser comparada à anterior. Está claro que um acordo dependerá do que a Rússia pagará como contrapartida, como no acesso para carnes brasileiras.

Prevendo as dificuldades, os russos não falam mais em entrar este ano na entidade e, sim, por volta de 2012. Moscou elevou recentemente os subsídios, alegando que precisa modernizar a agricultura. Diz que seus programas são parecidos com os do Brasil, como reciclagem de dívida agrícola e subsídios para crédito. Nota que as ajudas para produtos específicos diminuíram muito, o que tornaria sua política menos distorciva ao comércio.

Assuntos Relacionados
Brasilrússia
Mais lidas

Relacionados

AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329
AI – 1343