Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 65,64 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 152,22 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 158,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,23 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,81 / kg
Suíno - Estadual MG ↓ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,80 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,98 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,90 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 130,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 139,79 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 121,35 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 133,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,22 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,24 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.569,82 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.482,17 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 127,79 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 133,72 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 148,67 / cx
Sanidade

Mercado não vê ameaça em ‘vaca louca’ nos EUA

Mercado internacional não avalia como ameaça o caso de ‘vaca louca’ nos EUA.

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Mercado não vê ameaça em ‘vaca louca’ nos EUA

Um dia após o anúncio da descoberta de um caso de “vaca louca” nos EUA, duas grandes redes varejistas da Coreia do Sul resolveram retirar das gôndolas as carnes importadas do país a fim de evitar protestos de consumidores.

Apesar do episódio, os governos dos quatro maiores importadores de carne bovina dos Estados Unidos – Canadá, México, Japão e Coreia do Sul – declararam que não pretendem suspender as compras do produto americano ou impor controles adicionais.

A União Europeia também se pronunciou, avisando que “não pretende tomar qualquer medida acerca das importações dos EUA”.

A Organização Mundial para Agricultura e Alimentação (FAO) declarou que a descoberta mostra que o sistema de vigilância dos Estados Unidos está funcionando. Já a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) anunciou que o episódio não deve afetar o atual status sanitário do rebanho americano, de “risco controlado” para a BSE.

“O caso foi descoberto antes de o animal entrar na cadeia alimentar e os americanos foram transparentes. Esses dois fatores deveriam dar mais confiança aos parceiros comerciais americanos, e não menos”, afirmou Juan Lubroth, chefe do escritório veterinário da FAO. “No entanto, às vezes vemos países tomando medidas que não são baseadas em ciência e isso nós não apoiamos”, ponderou.

A Rússia, por exemplo, declarou que o caso de vaca louca é um “assunto sério” e que o governo está “pronto para tomar as medidas adequadas”. Alexei Alekseenko, porta-voz da agência de segurança alimentar russa, disse que qualquer medida será “cientificamente embasada” e que está buscando mais informações sobre o episódio junto às autoridades americanas.

A situação atual dos EUA está longe do quadro de quase uma década atrás, quando foi descoberto no país o primeiro caso de “vaca louca”, em dezembro de 2003. As exportações americanas de carne bovina caíram US$ 3 bilhões no ano seguinte, com o receio dos consumidores e a restrição imposta por Japão e Coreia do Norte.

No ano passado, os Estados Unidos voltaram a se aproximar do patamar de exportações pré-dezembro de 2003, com embarques de 1,27 milhão de toneladas.

O secretário de Agricultura, Tom Vilsack, disse que o episódio “não impõe risco à cadeia de alimentos ou à saúde humana”. No mercado futuro, as ações de frigoríficos subiram com o “alívio da tensão gerada pela doença”, segundo analistas.

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