“Esta doença está se espalhando ao longo de mais e mais territórios de vários países”, preocupam-se autoridades russas.
Rússia suspende importação de suínos dos EUA por temor com vírus

A Rússia suspenderá a importação de suínos dos Estados Unidos a partir de sexta-feira por preocupações com surtos do vírus letal da diarreia suína, informou a agência estatal russa Rosselkhoznadnor em comunicado.
“Esta doença está se espalhando ao longo de mais e mais territórios de vários países, incluindo os Estados Unidos, México, Canadá e Japão”, disse a agência, acrescentando que estava preocupada com a contínua degradação da situação nos EUA.
Uma propriedade em Indiana tornou-se a primeira a confirmar publicamente que sofreu um segundo ataque do vírus mortal para suínos, elevando temores de que a doença que dizimou 10 por cento do rebanho suíno dos Estados Unidos poderá ser mais difícil de conter do que esperavam produtores e veterinários, segundo reportagem da Reuters publicada na quarta-feira.
Leia também no Agrimídia:
- •Mapa avança negociações sanitárias com a Coreia do Sul para aves, ovos e carne suína
- •Erro em mapa da PSA provoca suspensão temporária da carne suína espanhola
- •Síndromes respiratórias, sanidade e cenário global marcam a edição de fevereiro da Revista Suinocultura Industrial
- •Reino Unido impõe restrições a importações do Chipre após surto de febre aftosa
A granja, por meio de seu veterinário, reconheceu publicamente na terça-feira um novo incidente de vírus da diarreia suína epidêmica (PEDv, na sigla em inglês), que matou 7 milhões de porcos e empurrou os preços de carne suína a máximas recordes desde que foi identificada pela primeira vez nos EUA um ano atrás.
A agência russa disse que estava interrompendo as importações “com o objetivo de prevenir a entrada da doença” no país.
A Rússia recebe normalmente quantidades importantes de suínos vivos dos Estados Unidos, de acordo com a agência.
Ele disse que os suínos norte-americanos designados para exportação para a Rússia, antes de sexta-feira, serão colocados em quarentena e testados na Rússia.
Os principais importadores de suínos vivos dos Estados Unidos são a China, México e Rússia, de acordo com o Departamento de Agricultura dos EUA.
O USDA diz que o vírus não representa qualquer risco para a saúde humana e não é uma questão de segurança alimentar.





















