Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Energia Limpa

Projetos de energia limpa do Brics têm déficit de US$ 51 bilhões ao ano

ntre 2020 e 2030, os países do Brics deverão produzir 1,25 mil gigawatts de energia limpa ao ano, a um custo de US$ 975 bilhões

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Projetos de energia limpa do Brics têm déficit de US$ 51 bilhões ao ano

Em meados de outubro, durante a 8ª cúpula dos Brics em Goa, o grupo decidiu aumentar a produção e utilização de energia renovável por seus membros. Mas suas indústrias precisariam de ao menos US$ 51 bilhões adicionais por ano para alcançar esse objetivo, de acordo com a pesquisa do Instituto de Economia Energética e Análise Financeira (IEEFA na sigla, em inglês).

Entre 2020 e 2030, os países do Brics deverão produzir 1,25 mil gigawatts de energia limpa ao ano, a um custo de US$ 975 bilhões.

A China deverá receber a maior parte dos investimentos (US$ 622 bilhões); a Índia, US$ 157 bilhões; e o Brasil, US$ 120 bilhões.

Em 2015, junto a outro países da América Latina, os membros do Brics entraram para o top-10 dos países com o maior volume de investimentos em energia renovável e receberam quase 40% de todos investimentos mundiais no setor.

Para alcançar o objetivo anunciado em Goa, cada país do Brics deverá investir em energia renovável US$ 177 bilhões por ano, de acordo com pesquisadores. Mas os valores reais investidos são muito inferiores.

A China investe cerca de US$ 102,9 bilhões por ano em economia hipocarbônica, enquanto os outro quatro países do grupo não dispensam mais de US$ 23 bilhões por ano ao setor.

Além disso, a Pequim enfrenta dificuldades com a regulamentação e a distribuição de energia limpa, o que arrefece o entusiasmo dos investidores.

Assim, apesar do aumento da capacidade da energia eólica em 2016 para 140 gigawatts, os investimentos nessa tecnologia caíram 29%. Além disso, uma queda significativa nos preços da energia solar e da eólica poderá ajudar a China a atingir seus objetivos a um custo menor.

Na Rússia, de acordo com o estudo, a economia foi afetada pelas sanções da União Europeia e dos EUA e pelos baixos preços do petróleo e do gás, o que levou à diminuição do interesse dos investidores por energia limpa.

A Rússia não poderá elevar o consumo de energia renovável para 4,5% até 2020, e já declarou que pretende estender o prazo para atingir a meta em quatro anos.

Para resolver a situação, os países devem desenvolver um  programa de financiamento misto público-privado de projetos de energia limpa, de acordo com os pesquisadores do IEEFA.

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