Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Higiene e manejo adequado reduzem riscos e perdas

Diarréias em leitões podem ser evitadas ou até controladas, mas um manejo inadequado pode levar a perdas consideráveis na propriedade.

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Redação SI 22/08/2003 – Diarréias em leitões podem ser evitadas ou até controladas, mas um manejo inadequado pode levar a perdas consideráveis na propriedade. Os cuidados começam na maternidade. Antes da entrada da matriz, a sala deve ser completamente lavada e desinfetada e ficar quatro dias sem ser habitada. É o chamado vazio sanitário.

O frio é um dos fatores que propiciam a ocorrência de infecções em leitões. Portanto, eles devem ser mantidos aquecidos, a temperaturas entre 30 graus 32 graus C. A água é outro fator fundamental, e não pode faltar, nem para a fêmea nem para os leitões.

Alimentar bem a matriz também fundamental. Durante o período de amamentação, ela deve receber cerca de 2 kg de ração por dia. “Se a mãe e os filhotes comem e bebem normalmente e a baia for mantida limpa, não haverá problemas”, atesta Claudiney Vieira, técnico agropecuário da Suinocop, onde são criados 4 mil animais, sendo 600 leitões.

Simone Perecmanis, professora da Faculdade de Agronomia e Veterinária da Universidade de Brasília, explica que há 20 anos a diarréia em suínos era uma causa comum para a perda de animais. Hoje, contudo, essa perda só ocorre em função do manejo inadequado. A prevenção vai da higiene à vacinação. “Toda estrutura tem um custo alto e a vacina é o menor”, afirma ela, lembrando que a limpeza é fundamental.

Ao longo das primeiras semanas, vários fatores podem contribuir para a diarréia. Num ambiente muito sujo, as bactérias encontram alimento no chão, facilitando sua proliferação. O próprio tratador, se não tiver uma higiene rigorosa, pode ser fonte de contaminação, e a mistura de vários lotes de leitões pode facilitar a transmissão de enfermidades.

A exigência de profissionalização, incentivada pela competição e pelos mercados compradores, reduziu a concepção da criação de suínos em ambientes sem higiene. Hoje a maioria das granjas adota vazios sanitários e só permite a entrada de pessoas com roupas, botas e gorros, para proteger os animais da contaminação por bactérias e vírus.

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