Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Experiência de sucesso

Gerhard Oeltjen, professor alemão, explica como seu país, nas décadas de 60 e 70, gerenciou a questão do manejo e do tratamento dos dejetos suínos.

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Redação SI 18/10/2004 – Os dejetos, quando mal manejados, geram problemas ao meio ambiente por coliformes fecais, metais pesados e nitratos na água, e metano na atmosfera. Se por um lado  a suinocultura é a principal atividade em termos de potencial poluidor, por outro é um dos destaques da produção agrícola catarinense. A cadeia produtiva emprega 150 mil pessoas, desde o campo até a distribuição de produtos industrializados. É ainda responsável pela manutenção de 500 mil catarinenses no campo e movimenta quase R$ 3 bilhões por ano.

Medidas de controle e aproveitamento

A transformação dos dejetos suínos em adubo orgânico ou em biogás é o destino mais adequado aos dejetos excretados pelos suínos em Santa Catarina.

O professor alemão de mecanização agrícola, Gerhard Oeltjen, hoje aposentado, diz  que o problema com o tratamento e destino dos dejetos suínos, vivido atualmente em Santa Catarina, foi presenciado na Alemanha nas décadas de 60 e 70. Gert, como gosta de ser chamado, conta que a questão do manejo e tratamento de dejetos na Alemanha foi tratada de duas maneiras.

Primeiro investindo na formação dos produtores para o uso dos dejetos como adubo e, principalmente, como adubo barato (eles não viam o esterco como adubo). Segundo, criando leis e decretos obrigando os produtores a usarem o esterco de porco na propriedade e limitando o uso de esterco por hectare. Desta forma, o excedente deveria ser vendido e/ou aplicado em outra propriedade por meio de contrato com produtores que não tinham suínos. “Quando o produtor usa o esterco como adubo, ele tem que ser de boa qualidade”, diz Gert, explicando que não se deve adicionar água no esterco, o que é possível se o local onde ficam os animais tiver piso bom e evitando lavar as instalações.

“Na Alemanha, as pocilgas possuem canais de esterco e piso ripado, o que possibilita suínos limpos, menos mosca e mau cheiro”, afirma.

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