Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,24 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 147,67 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 153,90 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,25 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,31 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,46 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,66 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,58 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,62 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,07 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,98 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,79 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,40 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.538,46 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.454,59 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,63 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Seminário discute uso correto de dejetos para biogás

A suinocultura é desenvolvida em 310 municípios gaúchos.

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Redação (08/12/06) –  O Rio Grande do Sul é o maior exportador de carne suína do país (cerca de 60% é exportada) e poderá, neste ano, atingir uma produção igual à de Santa Catarina, líder na produção de suínos. 

É pela expressividade e importância da atividade que técnicos,
pesquisadores, poder público e empresas do setor suinícola discutiram nesta quinta-feira (07), no Seminário Regional sobre Biogás, realizado no Clube dos Motoristas, em Serafina Corrêa, as formas de tratamento adequado dos dejetos da suinocultura e a necessidade de buscar alternativas para preservar o meio ambiente. “Cada vez mais a sociedade exige que o desenvolvimento seja feito de forma sustentável. A suinocultura não pode ser vista apenas como poluidora, mas como uma atividade capaz de tranformar-se em algo importante do ponto de vista ambiental e da renda”, destacou o presidente da Emater/RS, Ricardo Schwarz, na abertura do evento.

A importância de dar o destino correto aos dejetos da suinocultura também foi defendida pela Associação dos Criadores de Suínos do RS (ACSURS) e pelo Sindicato das Indústrias de Produtos Suínos (SIPS). “A suinocultura necessita buscar a adequação da sua produção às normas vigentes e, por isso, foi criado o licenciamento ambiental integrado, que permite que os produtores possam ter acesso ao licenciamento de forma mais barata, ágil e com assistência técnica”, afirmou o presidente da ACSURS, Valdecir Folador. De acordo com ele, também está
sendo buscada a criação de uma linha de crédito específica para que o produtor possa fazer as adequações ambientais na sua propriedade. “Num curto espaço de tempo vamos alcançar um grande percentual de criadores regularizados”, acrescentou o diretor executivo do SIPS, Rogério Kerber. 

A adequação às normas ambientais é fundamental para que os produtores possam aderir a alternativas como a implantação de biodigestores nas propriedades – unidades de tratamento de dejetos animais que geram biogás e biofertilizante pela fermentação da matéria orgânica. Conforme o SIPS, existem no RS mais de 100 projetos de biodigestores que estão sendo acompanhados. “Os dejetos suínos devem ser tratados como uma alternativa dentro da propriedade,
podendo-se agregar valor a eles pela aplicação dos efluentes no solo e pela utilização do biogás para a produção de calor e energia elétrica”, concluiu Folador. Com informações da Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar. (AB)

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