O estresse calórico pode ser a maior causa de ovos pálidos na avicultura de postura.
Clima quente e ovos pálidos
Redação AI 07/05/2007 – De acordo com o professor da Escola Veterinária da Universidade de Glasgow (Escócia), Sally Solomon, exames realizados em ovos pálidos revelaram que a sua postura havia ocorrido seis horas antes do normal e isto acabou prejudicando a fixação do pigmento no produto. "Boa parte do pigmento do ovo fica armazenada na cutícula (envoltura protéica que protege o ovo durante a postura, dando-lhe a sua cor característica) e, com a postura prematura, essa cutícula não se forma, deixando pálida a aparência do ovo", explica o professor.
Leia também no Agrimídia:
- •Vigilância da influenza aviária no Brasil completa duas décadas e reforça proteção sanitária da avicultura
- •Frio avança e mantém risco de geada no Sul do Brasil nesta quarta-feira (17)
- •Cobb destaca trajetória de executivos que completam 25 anos na companhia
- •União Europeia avança em restrição a termos ligados à carne em produtos vegetais
Solomon aponta que o grande responsável pela postura prematura e a não formação da cutícula nos ovos é o estresse calórico das aves. "Este problema tende a crescer no verão e em dias de clima quente", ressalta. O professor ainda destaca que o estresse calórico pode ser evitado em produções confinadas, com galpões climatizados. Já na produção de aves livres, o problema só é controlado quando as aves são recolhidas a uma área de conforto (sombras e coberturas).























