Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Como promover e preservar a saúde uterina em matrizes suínas

Este artigo, publicado em 2012 pela revista Suinocultura Industrial, faz uma breve revisão das informações relativas às patologias e incidências específicas capazes de provocar danos e sequelas à saúde uterina das matrizes 

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Como promover e preservar a saúde uterina em matrizes suínas

SuinoculturaNa fêmea suína moderna a expressão “preservar a saúde uterina” define principalmente o manejo para prevenir e/ou tratar as endometrites e cistites, que costumam se manifestar pelo aparecimento dos corrimentos vulvares. Pode incluir também outras ações para prevenir a ocorrência de perdas embrionárias e fetais relacionadas com viroses, bacterioses e deficiências de certos microelementos, que prejudicam o ambiente uterino para a recepção dos embriões e que se manifestam através de retornos pós-cobrição, porcas vazias e abortos.

As descargas vulvares anormais, que costumam ocorrer em certo número de fêmeas do plantel, indicam a presença de infecções bacterianas no trato genito-urinário e são um dos sinais mais evidentes das perturbações da saúde uterina. Por outro lado, as implicações para a saúde do útero após casos de abortos e retornos de cobertura, também sinalizam para uma possível situação de sub-fertilidade, caracterizando esses animais como fêmeas de risco para a o bom desempenho reprodutivo do rebanho.

Ligada à fisiologia do parto e também do estro, a abertura do colo uterino pode ser acompanhada de uma alta carga de estresse físico por ocasião da parição e às vezes na própria monta, com mudanças bruscas no aporte imunológico uterino e com o aumento na população bacteriana verificados nessas duas ocasiões. Além disso, acontecem eventuais danos no epitélio uterino decorrentes de traumas físicos que tornam o útero vulnerável à incidência de infecções, transformando esses eventos (parto e estro) em períodos críticos no ciclo reprodutivo. Neste contexto, pode ser dito que a passagem pela maternidade caracteriza-se como um evento que acarreta riscos para a manutenção da saúde uterina na fêmea suína.

Este artigo tem como objetivo uma breve revisão das informações relativas às patologias e incidências específicas capazes de provocar danos e sequelas à saúde uterina como a ocorrência de descargas vulvares em porcas com endometrites e cistites, e também enumerar um conjunto de práticas específicas e inespecíficas capazes de prevenir e promover  a sua integridade.

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