Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 70,37 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,81 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 129,24 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 9,64 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,61 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,57 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,15 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,16 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,29 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 171,75 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 174,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 191,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 198,74 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 163,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 187,34 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,24 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,27 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.284,93 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.152,68 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 198,34 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 175,29 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 160,48 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 177,24 / cx
Meio Ambiente

Marfrig planeja segundo sistema de biodigestores no MT

Após inaugurar o maior sistema para tratamento de dejetos suínos do Brasil, a Marfrig dá andamento aos estudos para a unidade de Pedra Preta (MT). Empresa destaca benefícios econômicos e ambientais.

Após inaugurar o maior sistema de biodigestores para tratamento de dejetos suínos do Brasil, em Diamantino (MT), o Grupo Marfrig, que controla a Seara Alimentos, dá andamento aos estudos para a unidade “Granja Petrovina”, localizada no município de Pedra Preta (MT). Segundo Marcio de Lara Pinto, consultor de Modernização Tecnológica e Meio Ambiente da “Unidade Diamantino”, um investimento desta magnitude representa uma ação de amadurecimento da Marfrig para as questões ambientais, como fator preponderante. “Além disso, o retorno financeiro com a geração de energia trás um reflexo de ganho imediato na equação de custos de produção nas unidades do grupo”, destaca Pinto. “Há também o retorno com a comercialização dos créditos de carbono resultante do seqüestro do gás metano oriundos do sistema de tratamento dos efluentes através dos biodigestores, isto posiciona o grupo em destaque na responsabilidade social e empresarial”.

Para Pinto, o sistema de biodigestores trazem apenas benefícios para o grupo. Segundo ele, nos aspectos ambientais só existem ganhos se considerar a forma de concepção onde ocorre o seqüestro do gás metano, que é 21 vezes mais poluente que o dióxido de carbono (CO2). Ele explica que os os biodigestores são tanques revestidos e cobertos com mantas plásticas de alta resistência, propiciando segurança na retenção dos efluentes sólidos e líquidos (dejetos) e do gás metano, resultante da fermentação destes. “Outra vantagem assegurada neste sistema é a sequência de fases de tratamento dos efluentes, quando 80% dos elementos nocivos já saem tratados dos biodigestores, e atingem eficiência de 98,6%, posteriormente, nas lagoas aeradas e nos filtros finais, propiciando desta forma o reaproveitamento dos líquidos efluentes gerados”.

Além disso, a diminuição do impacto ambiental, da emissão de gases de efeito estufa, da contaminação de água e solo, o reuso de águas residuárias, a auto-suficiência em energia elétrica, a melhor condição sanitária para animais e trabalhadores, a redução de maus odores, vetores e patógenos, a geração de receitas e empregos, os créditos de carbono e a economia e venda de energia elétrica são outros fatores positivos enumerados pelo consultor da Marfrig. “Talvez o custo de manutenção poderia ser considerado como desvantagem, uma vez que ela está programada para ocorrer a cada seis meses em função do tamanho dos reatores”, explica. “Porém, neste caso trata-se de procedimentos de rotina com despesas previstas tendo em vista que o sistema é auto-sustentável”.

Diamantino- O Grupo Marfrig investiu R$ 8 milhões para instalar o sistema de biodigestores para tratamento de dejetos suínos na “Unidade Diamantino”. De acordo com Pinto, além dos benefícios ambientais, o sistema de biodigestores proporcionará uma economia anual de R$ 2,5 milhões em energia elétrica, além das receitas obtidas com a comercialização de créditos de carbono no âmbito do MDL. “Com isto o retorno será em menos de cinco anos”, afirma.

A empresa ainda pretende exportar a energia gerada pelo equipamento, mas depende da finalização dos protocolos de parceria com a concessionária local de energia elétrica, responsável pela logística de interligação. “A previsão para conclusão da documentação e execução é até o final de 2011”.

Histórico- Segundo Pinto, o projeto de biodigestores já estava em andamento antes da Seara integrar ao Marfrig.  “Quando houve a aquisição da granja de Diamantino pela Marfrig Alimentos, os relatórios ambientais identificaram a existência de um pré-projeto apontando para a possibilidade de uma modernização tecnológica no sistema de tratamento de efluentes”, explica o consultor. “A nova diretoria que assumiu a gestão da granja priorizou o desenvolvimento do projeto de MDL para redução do GEE a partir da implantação de um novo sistema de tratamento de dejetos”.

Antes da construção dos esquipamentos, a Marfrig fez a limpeza das lagoas existentes, a preparação das primeiras lagoas para transformação em biodigestores fechados, a execução e detalhes de transformação, a conclusão dos biodigestores a partir do fechamento das lagoas e a instalação do queimador e dos equipamentos de energia.

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