Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,23 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 147,20 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 155,67 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,12 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,31 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,34 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,63 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,59 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 144,70 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.526,89 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.459,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Exportação

Mexicanos em SC

Técnicos mexicanos visitaram frigoríficos de aves e suínos do Oeste do Estado para avaliar eventual parceria comercial entre os dois países.

Mexicanos em SC

Um grupo formado por veterinários, zootecnistas e especialistas do governo mexicano visitou criações de suínos e aves e os frigoríficos da Sadia e da Aurora em Chapecó (SC). Entre eles, estava o ministro agropecuário do México, Fernando Albarrán. Ele afirmou que existe a proposta de firmar convênios de cooperação técnica e intercâmbios com o Brasil.

– Temos interesse em estabelecer parcerias comerciais – destacou.

Outro representante do governo mexicano, o zootecnista Salvador Rivera disse que há interesse na produção de carnes e lácteos do Brasil, além de um convênio com a Embrapa para intercâmbio de informações e pesquisas na área de agroenergia. Ele se disse impressionado com a qualidade da produção e com o controle sanitário de Santa Catarina.

Durante os três dias de visita ao Brasil, os mexicanos estiveram no Ministério da Agricultura, em Brasília; na Companhia Integrada para o Desenvolvimento Agrícola de SC (Cidasc), em Florianópolis; e em Chapecó, de onde voltariam para o México.

O diretor técnico da Cidasc, José Joni Waltrick, acredita que a visita é fruto do controle da sanidade de SC, que foi reconhecida há três anos como área livre de aftosa sem vacinação pelos Estados Unidos. O Brasil não deve vender para os americanos, que são grandes produtores. Mas o aval dos EUA influencia outros mercados, como o México, quarto maior importador de carne suína, que compra 520 mil toneladas por ano. Além disso, o consumo de aves cresce mais do que a produção local.

A técnica da Aurora, Eliana Bodanese, explica que a visita é mais significativa para a produção de suínos, que precisa diversificar as exportações para diminuir a instabilidade nas vendas. O suinocultor Neuri Girardi, que recebeu os mexicanos, também espera alta nas vendas para melhorar a remuneração. Ele tem 440 suínos e, no ano passado, recebeu entre R$ 11 e R$ 20 por animal. Neste ano, espera mais de R$ 20.

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