Sem querer fazer ofensas, artigo aborda a concentração de poder no Brasil para uma minoria de pessoas. Wolmir também fala sobre a falta de mão-de-obra em granjas e agroindústrias.
Brasil, terra de ninguém! – por Wolmir de Souza
Espero que este título não sirva como uma provocação ou ofensa, mas como forma de compartilhar ou ao menos buscar explicação para injustiças ou desmando existente neste País onde a minoria se sobrepõe a maioria.
Vejam só. Há poucos dias estive em uma comunidade do interior, uma comunidade nova, pois a antiga estrutura que era histórica de uma comunidade do interior havia sido tomada pelos indígenas com o principal apoio de uma liderança da Igreja – a qual pertencia a maioria dos agricultores que com suor e sangue construíram lá seu templo. Hoje fazem suas orações, os poucos que lá restam, no canto de um humilde salão de festas. Haja fé para continuar. Esta é a prova viva de que se acredita na justiça de DEUS, pois na dos homens… Nada contra os indígenas, mas também sou a favor dos direitos dos agricultores, e olha que isso continua acontecendo.
Este é um dos grandes dilemas do agronegócio, mas acredito que posso falar da economia nacional.
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MÃO-DE-OBRA
Simplesmente confundem mão de obra com vontade de trabalhar no Brasil. Os programas do governo diminuíram a miséria, a fome, com certeza. Mas não existe mais mão-de-obra – onde estão? Trabalhando? Não, recebendo bolsa família ou seguro desemprego. Por melhor que se pague, onde encontrar um funcionário de granja, as agroindústrias precisando de trabalhadores que trabalhem e se sustentem com seu próprio suor, não com o suor de quem paga impostos, este é o País que queremos?
Hoje o mundo – sim o mundo que desmatou e poluiu e hoje se juntam com os falsos ambientalistas ou ideologistas que não conhecem nem mesmo do seu corpo tão menos são responsáveis pelos seus atos – se acham no direito de incriminar e até massacrar quem, diferente deles, produzem alimentos.
AR e AGUA POTÁVEL para si e para estes que estão no trono da ignorância colocando os agricultores no BANCO DOS RÉUS. Se parássemos de pagar para produzir, com certeza estes seriam os primeiros a ingressar na fila da fome ou dos assistidos pelo poder público. Com certeza tomariam consciência do descaso econômico com o agronegócio e da injustiça que através de PRETEXTOS ambientais que marginalizam parte dos poucos que trabalham e os únicos responsáveis por produzir alimentos para este mundo de NINGUÉM.
Wolmir de Souza, presidente do Instituto Nacional da Carne Suína (INCS).





















