Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,20 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,33 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,07 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,61 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,67 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,34 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.512,00 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.380,03 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Comentário Suíno

Brasil, terra de ninguém! – por Wolmir de Souza

Sem querer fazer ofensas, artigo aborda a concentração de poder no Brasil para uma minoria de pessoas. Wolmir também fala sobre a falta de mão-de-obra em granjas e agroindústrias.

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Espero que este título não sirva como uma provocação ou ofensa, mas como forma de compartilhar ou ao menos buscar explicação para injustiças ou desmando existente neste País onde a minoria se sobrepõe a maioria.

Vejam só. Há poucos dias estive em uma comunidade do interior, uma comunidade nova, pois a antiga estrutura que era histórica de uma comunidade do interior havia sido tomada pelos indígenas com o principal apoio de uma liderança da Igreja – a qual pertencia a maioria dos agricultores que com suor e sangue construíram lá seu templo. Hoje fazem suas orações, os poucos que lá restam, no canto de um humilde salão de festas. Haja fé para continuar. Esta é a prova viva de que se acredita na justiça de DEUS, pois na dos homens… Nada contra os indígenas, mas também sou a favor dos direitos dos agricultores, e olha que isso continua acontecendo.

Este é um dos grandes dilemas do agronegócio, mas acredito que posso falar da economia nacional.

MÃO-DE-OBRA
Simplesmente confundem mão de obra com vontade de trabalhar no Brasil. Os programas do governo diminuíram a miséria, a fome, com certeza. Mas não existe mais mão-de-obra – onde estão? Trabalhando? Não, recebendo bolsa família ou seguro desemprego. Por melhor que se pague, onde encontrar um funcionário de granja, as agroindústrias precisando de trabalhadores que trabalhem e se sustentem com seu próprio suor, não com o suor de quem paga impostos, este é o País que queremos?

Hoje o mundo – sim o mundo que desmatou e poluiu e hoje se juntam com os falsos ambientalistas ou ideologistas que não conhecem nem mesmo do seu corpo tão menos são responsáveis pelos seus atos – se acham no direito de incriminar e até massacrar quem, diferente deles, produzem alimentos.

AR e AGUA POTÁVEL para si e para estes que estão no trono da ignorância colocando os agricultores no BANCO DOS RÉUS. Se parássemos de pagar para produzir, com certeza estes seriam os primeiros a ingressar na fila da fome ou dos assistidos pelo poder público. Com certeza tomariam consciência do descaso econômico com o agronegócio e da injustiça que através de PRETEXTOS ambientais que marginalizam parte dos poucos que trabalham e os únicos responsáveis por produzir alimentos para este mundo de NINGUÉM.

Wolmir de Souza, presidente do Instituto Nacional da Carne Suína (INCS).

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