Unidade da empresa em Francisco Beltrão, no Paraná, proibiu terceirização do abate.
MPF impôe multa de R$ 100 mil à BRF por abate terceirizado de frango

Uma ação do Ministério Público do Trabalho no Paraná determinou pagamento de indenização de R$ 100 mil pela BRF-Brasil Foods por danos morais coletivos e o Tribunal Regional do Trabalho proibiu a unidade que ela possui no município de Francisco Beltrão de terceirizar o abate de frangos pelo método Halal, que atende aos preceitos islâmicos na degola de aves que são exportadas.
A empresa terceirizou o serviço para o Grupo Abate Halal, “em vez de contratar empregados próprios, como determina a lei”, informou texto divulgado pelo Ministério Público. Nele, o procurador Gláucio Araujo de Oliveira comentou que “nada impede a contratação pela Sadia de trabalhadores muçulmanos convertidos para a execução do abate pelo método Halal, sendo que apenas a certificação e supervisão ficariam a cargo da Junta de Assistência Social Islâmica Brasileira”. “O que não se pode admitir são empregados terceirizados atuando na linha de produção da empresa”, acrescentou.
Leia também no Agrimídia:
- •Exportações de frango batem recorde de 493 mil toneladas e setor monitora conflito no Oriente Médio
- •Exportações de ovos atingem maior volume para fevereiro desde 2013
- •Rio Grande do Sul intensifica ações contra influenza aviária
- •Produção de frango em Angola avança em 2026, mas país segue dependente de importações





















