Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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Agroindústrias

MPF impôe multa de R$ 100 mil à BRF por abate terceirizado de frango

Unidade da empresa em Francisco Beltrão, no Paraná, proibiu terceirização do abate.

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MPF impôe multa de R$ 100 mil à BRF por abate terceirizado de frango

Uma ação do Ministério Público do Trabalho no Paraná determinou pagamento de indenização de R$ 100 mil pela BRF-Brasil Foods por danos morais coletivos e o Tribunal Regional do Trabalho proibiu a unidade que ela possui no município de Francisco Beltrão de terceirizar o abate de frangos pelo método Halal, que atende aos preceitos islâmicos na degola de aves que são exportadas.

A empresa terceirizou o serviço para o Grupo Abate Halal, “em vez de contratar empregados próprios, como determina a lei”, informou texto divulgado pelo Ministério Público. Nele, o procurador Gláucio Araujo de Oliveira comentou que “nada impede a contratação pela Sadia de trabalhadores muçulmanos convertidos para a execução do abate pelo método Halal, sendo que apenas a certificação e supervisão ficariam a cargo da Junta de Assistência Social Islâmica Brasileira”. “O que não se pode admitir são empregados terceirizados atuando na linha de produção da empresa”, acrescentou.

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