Em São Paulo, a arroba suína ficou definida entre R$ 80 e R$ 81 – o equivalente a R$ 4,27 a R$ 4,37/Kg. Já no Rio Grande do Sul, os suinocultores independentes passaram a receber em média R$ 3,93/kg, segundo dados da Acsurs (Associação dos Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul). Em Minas Gerais e Goiás, a bolsa de suínos definiu referência de negócios em R$ 4,20/kg.
Suíno Vivo:Após desvalorizações em várias praças, preços ficam estáveis

Na quarta-feira (28/10), as cotações para o suíno vivo ficaram estáveis nas principais regiões. Nesta semana, grande parte das praças de comercialização voltaram a apresentar queda de preços, assim como nas semanas anteriores.
Em São Paulo, a arroba suína ficou definida entre R$ 80 e R$ 81 – o equivalente a R$ 4,27 a R$ 4,37/Kg. Já no Rio Grande do Sul, os suinocultores independentes passaram a receber em média R$ 3,93/kg, segundo dados da Acsurs (Associação dos Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul). Em Minas Gerais e Goiás, a bolsa de suínos definiu referência de negócios em R$ 4,20/kg.
Segundo o presidente da ACCS (Associação Catarinense de Criadores de Suínos) a tendência para o atual momento do mercado é baixista, apesar de historicamente ser o período de aumento de preços. Com isso, a preocupação se volta para os custos de produção que seguem em valorização com as altas registradas para farelo de soja e milho.
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Na última semana, dados divulgados pela Embrapa Suínos e Aves apontava que o ICPSuíno/Embrapa encerrou setembro com o maior valor registrado na série histórica da instituição, com 195 pontos. O número é superior em 4,11% aos custos de produção de agosto, que já havia apresentado recorde. No acumulado do ano, o aumento é de 11,53%. A nutrição é o fator que mais influenciou o resultado, com uma alta de 3,96% em relação ao mês anterior.























