Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,65 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,38 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 161,00 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,24 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,53 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 4,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,01 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 131,23 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 140,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 123,84 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,28 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.538,40 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.437,03 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 125,60 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 142,66 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 157,15 / cx
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Exportação

Associação reitera a autoridades mexicanas interesse em fornecer carne suína

Abpa também busca viabilizar embarques de genética avícola.

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Em uma série de encontros realizados nesta semana, o presidente-executivo da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Francisco Turra, reiterou a autoridades do Governo Mexicano o interesse brasileiro em fornecer carne suína ao país da América do Norte.
 
Ontem, Turra se reuniu com o Diretor-geral de Comércio Exterior do México, Juan Diaz Mazadiego, juntamente com o Subdiretor de Regulações não-Tarifárias, Alberto Lopez Mendoza, e membros da equipe da Secretaria de Economia mexicana.
 
Na ocasião, o presidente da ABPA destacou que a abertura de mercado para a carne suína do Brasil representará uma oportunidade de ampliação de oferta e variedade de produtos para a população mexicana, com preços acessíveis.  O México também ganharia com a redução da dependência dos exportadores dos Estados Unidos no abastecimento deste mercado.  
 
“Os representantes mexicanos solicitaram ao Brasil sugestões para habilitação de novas plantas, reduzindo a necessidade de realização de missões de auditores para as habilitações. Isso funcionaria para ampliar os negócios em carne de aves e material genético, e também para a abertura do mercado para a carne suína brasileira”, destaca Turra.
 
Na segunda-feira, o presidente da ABPA esteve na sede do Serviço Nacional de Sanidade, Inocuidade e Qualidade Agroalimentar do México (SENASICA), com o diretor-geral de Saúde Animal, Joaquín Braulio Delgadillo Álvarez.  Na oportunidade, apresentou o status sanitário da suinocultura brasileira, com o reconhecimento por parte da Organização Mundial da Saúde de estados como livre de Peste Suína Clássica e de livre de aftosa (sem vacinação, no caso de Santa Catarina; e com vacinação, nos demais estados). Turra detalhou, ainda, o modelo de biosseguridade brasileiro, livre de enfermidades como Diarreia Suína Epidêmica (PED) e outros. 
 
Em sua argumentação, Turra buscou reforçar as negociações iniciadas em 2014 para a abertura do mercado mexicano para a carne suína do Brasil.
 
O presidente da ABPA também apresentou o potencial brasileiro para fornecer genética de ponta para a avicultura do México – que enfrentou, recentemente, problemas com focos de influenza aviária, afetando a produção do país.  Além do status sanitário do Brasil (que nunca registrou a enfermidade em seu território), Turra detalhou a capacidade do setor nacional, que se consolidou como plataforma exportadora de genética avícola.
 
“O Diretor Delgadillo destacou o total interesse mexicano em manter os negócios entre os dois países.  Relatou, também, a cautela que as autoridades mexicanas têm com temas sanitários, o que os tornam bastante minuciosos na avaliação de questionários e do status sanitário dos países interessados em exportar cárneos para lá.  Ficou claro que o status de Livre de Aftosa sem vacinação será um fator preponderante para Santa Catarina na viabilização dos negócios, quando a abertura ocorrer”, ressaltou Turra.
 
Junto com Turra e Delgadillo, participaram do encontro o diretor de Importações e Exportações do órgão, Fernando Rivera Espinoza, a Subdiretora de Políticas de Avaliação e Risco do Comércio, Lourdes Guerrero, e o Diretor da Comissão México-Americana para Prevenção de Febre Aftosa e Enfermidades Exóticas, Igor Romero Sosa, além dos representantes da ABPA, Ariel Mendes (diretor de Produção) e Tainá Dias Vicente (Analista de Mercado Externo).
 
Embaixada

Antes dos encontros com autoridades mexicanas, o presidente da ABPA participou de reuniões na Embaixada do Brasil no México, com a participação do Ministro-conselheiro, João Marcelo Galvão de Queiroz, o Primeiro-Secretário Fábio Diaz, e de representantes de empresas do setor.
 
Na ocasião, Turra agradeceu o empenho da embaixada para a viabilização da habilitação de 16 novas unidades exportadoras de carne de frango (ocorrida em 2015) além da renovação das cotas para as exportações.  A abertura do mercado mexicano para a carne suína do Brasil também foi tema do encontro.

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