Segundo o jornal Folha de S. Paulo, a JBS também é alvo da operação. Carros da PF estariam na sede da empresa
Lava Jato prende operador de Eduardo Cunha e mira JBS

Uma operação da Polícia Federal deflagrada na manhã desta sexta-feira (1º) prendeu Lúcio Bolonha Funaro, operador do presidente afastado da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha. A Procuradoria-Geral da República (PGR) também participa da ação.
Segundo o jornal Folha de S. Paulo, a JBS também é alvo da operação. Carros da PF estariam na sede da empresa.
A ação é decorrente do depoimento do ex-presidente da Caixa Fábio Cleto em acordo de delação premiada. O executivo foi indicado para o cargo por Cunha.
Leia também no Agrimídia:
- •Cobb reforça equipe técnica em São Paulo com nova gerente regional
- •Rebanho suíno no Brasil avança e pode chegar a 53 milhões de cabeças até 2030
- •Mercosul–União Europeia: desafios e oportunidades para o agro brasileiro na Avicultura Industrial de Abril
- •Síndromes Respiratórias em Suínos: enfoque em Saúde Única na Suinocultura Industrial de Fevereiro
Em seu relato, Cleto teria confirmado pagamentos de propina ao político em troca da liberação de verbas do fundo de investimentos do FGTC.
A PF também se badseia na delação de Nelson Mello, ex-diretor de Relações Institucionais do Grupo Hypermarcas. O executivo teria apontado suposto repasse de propinas para políticos filiados ao PMDB, como Renan Calheiros, Eduardo Braga e Romero Jucá. Mello teria efetuado pagamento de R$ 30 milhões a lobistas responsáveis pelo repasse do montante.
De acordo com o UOL, a operação acontece em São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco e Distrito Federal.
As decisões da ação foram tomadas por Teori Zavascki, ministro responsável pelaOperação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal.
Procurado pela Reuters, o STF não tinha informações disponíveis de imediato sobre a questão. A PGR não respondeu de imediato a pedidos de comentários e não foi possível contatar a PF. A JBS, também procurada, não pôde fazer comentários de imediato.





















