Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,96 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 128,50 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 9,64 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,52 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,56 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,02 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,05 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,07 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 173,75 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 175,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 191,47 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 192,05 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 164,20 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 186,13 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,24 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,27 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.288,15 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.157,76 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 200,45 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 173,82 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 158,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 175,88 / cx
Agricultura

Mais de cem prêmios Nobel criticam ONGs por posição contra transgênicos

Eles pedem particularmente para que o Greenpeace desista da campanha contra o arroz dourado, projeto que visa reduzir os índices de deficiência de vitamina A em populações pobres a partir da ingestão do grão geneticamente modificado para produzir o nutriente

Mais de cem prêmios Nobel criticam ONGs por posição contra transgênicos

Mais de cem ganhadores do Prêmio Nobel assinaram uma carta em que pedem para que a ONU, governos de todo o mundo e os líderes da ONG Greenpeace parem de se opor ao uso de organismos geneticamente modificados na agricultura.

Segundo os cientistas, há oposição de várias organizações às técnicas agrícolas mais modernas. Com o Greenpeace na liderança, elas repetidamente teriam negado os benefícios da inovações biotecnológicas na agricultura.

“Eles têm deturpado os riscos, benefícios e impactos, e apoiado a destruição criminosa de áreas de teste e de projetos de pesquisa”, diz a carta.

Eles pedem particularmente para que o Greenpeace desista da campanha contra o arroz dourado, projeto que visa reduzir os índices de deficiência de vitamina A em populações pobres a partir da ingestão do grão geneticamente modificado para produzir o nutriente.

Segundo estimativas da OMS, 250 milhões de pessoas sofrem dessa deficiência –40% são crianças em países subdesenvolvidos. Até 2 milhões de mortes anualmente poderiam deixar de acontecer com a suplementação, segundo a Unicef. E até 500 mil casos de cegueira em crianças poderiam ser evitadas.

Os cientistas pedem aos governos que façam “tudo que estiver ao alcance para barrar as ações do Greenpeace e acelerar o acesso de fazendeiros às ferramentas da biologia moderna, especialmente a sementes melhoradas com biotecnologia. Toda oposição baseada em emoção e dogma desmentida por dados deve acabar”.

O final da carta faz um apelo mais emotivo: “Quantas crianças pobres terão de morrer para que consideremos isso [as ações do Greenpeace] um crime contra a humanidade?”

20 anos

Em resposta à carta dos nobelistas, Wilhelmina Pelegrina, ativista do Greenpeace, disse que a ninguém nunca impediu o cultivo do arroz dourado. “O arroz ‘dourado’ falhou como solução e não está disponível para venda, mesmo após 20 anos de pesquisa […] Não ficou demonstrado que o arroz é capaz de resolver a deficiência de vitamina A”.

“Empresa estão enchendo muito a bola do arroz ‘dourado’ para pavimentar o caminho para a aprovação global de outras culturas geneticamente modificadas. Esse custoso experimento […] tirou a atenção do que realmente funciona. Melhor do que investir em um dispendioso exercício de relações públicas é resolver a desnutrição com uma dieta diversificada, com mais
acesso à comida e à ecoagricultura.”

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