Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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Amapá

Órgãos defendem parceria para evitar transporte e venda de carne irregular

Fiscalização agropecuária deverá ser expandida em rodovias e portos. Abate ilegal de animais pode contaminar carne vendida ao consumidor.

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Órgãos defendem parceria para evitar transporte e venda de carne irregular

O aumento do transporte e venda ilegal de carnes bovina, bubalina e suína no Amapá, segundo o Ministério Público Estadual (MP), motivou uma audiência pública nesta sexta-feira (07/10) com órgãos estaduais, federais e municipais de fiscalização agropecuária. As entidades defendem parcerias para expandir a área de abrangência das barreiras sanitárias fixas e móveis.

Entre as situações mais preocupantes, segundo os órgãos, está a venda de carne de porco em portos, açougues e feiras na capital, e, principalmente, no interior do estado. A Agência de Defesa e Inspeção Agropecuária (Diagro) aponta que a carne suína tem alto risco de contaminação quando não retirada em matadouro autorizado. Apesar do risco, não existe proibição sobre o abate do animal para o consumo próprio.

Para a Diagro, a fiscalização precisa ser aumentada em função da grande entrada dos animais por meio dos rios. Segundo o coordenador de defesa agropecuária, Wanderson Miranda, os porcos são abatidos na beira do rio e armazenados de forma irregular para serem vendidos em Macapá.

“De forma efetiva, vamos controlar o trânsito e evitar que esses animais entrem no estado. Vamos coibir esse trânsito irregular, e, nas feiras, a vigilância tem que realizar esse controle. A Diagro tem 43 veterinários, mas precisamos de mais para o interior do estado. Mesmo assim vamos evitar isso, temos condições de evitar”, acredita Miranda.

O Ministério da Agricultura reforça que além da ilegalidade no abate, a falta de fiscalização é motivada pelo lucro financeiro, pois os vendedores não se adequam às regras de abate e conservação da carne. O auditor fiscal do Ministério no Amapá Renato da Rocha Portal acredita que a construção de um abatedouro seria uma forma de combater a prática.

Reunir os órgãos de combate é uma forma de definir estratégias e competências para as atuações, defende o MP-AP. Para o promotor de Justiça da Saúde André Araújo, o consumo dessa carne é fator causador e agravador de doenças, além de aumentar a fraude no processamento dos produtos.

“São vários fatores, a população que não é esclarecida sobre o que deve ou não deve ser consumido, o produtor que não tem interesse de se regularizar para seguir as normas sanitárias e a cultura da região de fazer o abate de forma clandestina nos quintais. Tudo isso contribui para o quadro que vivemos”, completou Araújo.

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