Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,98 / kg
Soja - Indicador PRR$ 121,52 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 128,66 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,19 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,65 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,51 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,74 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 166,50 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 174,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 184,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 195,54 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 159,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 177,57 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,07 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,11 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.185,88 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.095,20 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 185,49 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 166,62 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 150,92 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 167,05 / cx
Mercado

Entidades e governo acreditam que agronegócio em SC poderá ganhar mercados após a Operação Carne Fraca

Membros do governo do estado, associações de criadores, Embrapa e Ministério da Agricultura participaram de debate sobre a qualidade da carne brasileira durante a AveSui, feira de aves e suínos, nesta quarta (26/04), em Florianópolis

Entidades e governo acreditam que agronegócio em SC poderá ganhar mercados após a Operação Carne Fraca

A Operação Carne Fraca pode contribuir para a consolidação do mercado de carnes em Santa Catarina. Esta é a opinião de representantes das principais entidades do agronegócio no estado, em debate sobre a qualidade da carne catarinense realizado na AveSui, maior feira da cadeia de aves e suínos, nesta quarta-feira (26.04), em Florianópolis. O painel contou com a presença de membros do Ministério da Agricultura, Embrapa Suínos e Aves, Governo de Santa Catarina e as associações brasileira (ABCS) e catarinense (ACCS) de criadores de suíno.

Fernando Freiberger, Chefe da Divisão de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura em Santa Catarina, reforçou o trabalho feito pela Embrapa dentro da indústria: “são milhões de análises feitas nos animais abatidos, cada músculo da cabeça é analisado. Não precisávamos fazer isso porque temos certificado, mas fazemos, com arcabouço técnico e legal. Os problemas em Santa Catarina foram de fraude econômica, não na área técnica e de qualidade – foi algo pontual que esperamos corrigir”, afirmou.

Para Moacir Sopelsa, secretário de Agricultura de Santa Catarina, “os cuidados com a saúde animal se desenvolveram, nos últimos 30 anos, mais do que a saúde humana. Não é verdade que o produto catarinense não possa ser vendido aqui ou em qualquer país do mundo, o que tivemos foi um problema localizado, mas fomos jogados em uma vala comum”. Em função disso, avalia, o estado ainda deve sofrer retaliações de outros países com relação a preços, especialmente nos mercados que negociam a importação de produtos catarinenses. Ele lembrou que as primeiras ações para controle da febre aftosa em Santa Catarina começaram há 50 anos e que o estado erradicou a doença há duas décadas, o que coloca a sanidade animal em posição de excelência nacional.  

“Não mudamos em nada nossos procedimentos por causa da operação. O que buscamos é melhorar o processo”, comentou o presidente da Cidasc, Enori Barbieri, lembrando dos esforços da entidade após a divulgação da operação pela Policia Federal. Na visão dele, o desafio de agora em diante é mostrar às missões internacionais que vêm a Santa Catarina que “o mesmo produto que foi pra lá é o que é consumido aqui. Com isso, podemos consolidar e abrir mercados importantes. Isso pode ajudar a consolidar a agroindústria de catarinense”. Ainda neste mês, o estado deve receber uma comitiva da Coreia do Sul, considerada estratégica neste momento para a economia local.

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