Médico veterinário, Cleandro Pazinato, explica que tendência mundial já está em andamento no Brasil
Até 2026, JBS, BRF e Aurora devem adotar o uso de gestação coletiva em todo seu plantel

O panorama internacional do uso de gestação coletiva de matrizes já anuncia as diretrizes a serem seguidas no Brasil. De acordo com o médico veterinário Cleandro Pazinato, que esteve debatendo o tema na AveSui 2017, o sistema de alojamento de gêmeas de gestação coletiva é um modelo de produção que tem tido uma aderência cada vez maior.
“Isso acontece fora do Brasil, onde a União Europeia foi pioneira nesse modelo e a partir dai se difundiu o uso desse sistema de produção. Hoje temos países como os Estados Unidos, com praticamente 1/3 de suas matrizes alojadas em gestação coletiva, Austrália chegando próximo a sua totalidade, Nova Zelândia já com 100% de suas fêmeas e a União Europeia desde 2013 com 100% do seu plantel alojado nesse modelo”, conta.
“Com relação ao Brasil, as três maiores indústrias processadores de carne [JBS, BRF e Aurora] já estão migrando e com um prazo de até 2026 estar com todo o seu plantel e fornecedores trabalhando com o sistema de gestação coletiva”, conta. Assista a entrevista na íntegra:
Leia também no Agrimídia:
- •Torção do mesentério em suínos: evidências genéticas e implicações para o melhoramento animal na Suinocultura Industrial de fevereiro
- •“Era da proteína” impulsiona estratégia da Semana Nacional da Carne Suína 2026 no Brasil
- •Novo sistema de sombreamento reduz estresse térmico e melhora desempenho de matrizes ao ar livre
- •Bem-estar animal: campanha da RSPCA Assured reforça auditorias em campo e amplia confiança do consumidor





















