Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 70,34 / kg
Soja - Indicador PRR$ 124,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 130,01 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 9,95 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,92 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,69 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,53 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,35 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,63 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 171,75 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 174,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 191,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 198,74 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 163,94 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 187,34 / cx
Frango - Indicador SPR$ 6,95 / kg
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Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.268,96 / t
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Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 195,44 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 177,50 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 160,52 / cx
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Status Sanitário

Produtores catarinenses estão preocupados com nova normativa do Mapa

IN 48 atualiza atos normativos aos novos conceitos internacionais para o avanço do status sanitário do país para livre de febre aftosa sem vacinação, segundo diretrizes OIE

Produtores catarinenses estão preocupados com nova normativa do Mapa

A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (FAESC) vê com preocupação uma norma recém-editada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), publicada na última quarta-feira (15), no Diário Oficial da União. A Instrução Normativa Nº 48 regulamenta as diretrizes gerais para a vigilância da febre aftosa com vistas à execução do Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa, conforme estabelecido pelo Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (SUASA).

Em seus aspectos gerais, a IN 48 atualiza atos normativos aos novos conceitos internacionais para o avanço do status sanitário do país para livre de febre aftosa sem vacinação, segundo diretrizes da Organização Mundial da Saúde Animal (OIE).

Ocorre que entre as principais mudanças estão a permissão do ingresso de animais vacinados contra a febre aftosa destinados para abate e exportação em zonas livres sem vacinação e a permissão do retorno de animal originário de zona livre sem vacinação, para participação em feiras ou centrais de inseminação localizadas em zona livre com vacinação. A norma traz também a adequação do trânsito de produtos de origem animal.

O presidente da FAESC José Zeferino Pedrozo explica que a autorização para entrada e retorno de animais de outros Estados (especialmente reprodutores bovinos), que venham participar de feiras em território catarinense, preocupa o setor.

O dirigente assinala que a alteração de normas de controle não pode, sob hipótese alguma, colocar em risco a atual condição sanitária catarinense, o que geraria prejuízos incalculáveis.  “Nosso compromisso é salvaguardar os interesses do Estado de Santa Catarina e dos produtores rurais na defesa da sanidade de nossos planteis, reconhecida internacionalmente há muitos anos. Preocupa-nos que a nova normativa possa afetar negativamente o mercado e prejudicar os nossos produtores que muito investiram e o nosso Estado”.

Pedrozo expõe que a norma baixada pelo Ministério da Agricultura, aparentemente, conflita com a legislação catarinense. Ele conversou com o Secretário da Agricultura de SC Ricardo de Gouvêa, o qual relatou que a equipe técnica da secretaria já está analisando a nova normativa do MAPA, visando assegurar que não haverá prejuízos ao status sanitário alcançado a duras penas pelos produtores e pelo estado de Santa Catarina.

“Temos certeza que, se for o caso, a ministra da Agricultura Tereza Cristina irá determinar o reexame da IN 48/2020, ela que é a grande defensora da agricultura e da pecuária brasileira”, manifesta o presidente da FAESC.

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