Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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Revista Online

Em xeque nos mercados internacionais, ractopamina gera discussões e perde espaço na suinocultura

As restrições ao uso de RAC representam uma barreira significativa ao comércio, reduzindo as vendas dos exportadores de carne suína em quase 85%

Em xeque nos mercados internacionais, ractopamina gera discussões e perde espaço na suinocultura

Por Anderson Oliveira

A descoberta da ractopamina (RAC) resultou em ganhos para a suinocultura brasileira. O aditivo contribuiu para a melhora na conversão alimentar e no ganho de carne nos animais em fase de terminação. Permitido no Brasil desde 1996, o uso é autorizado com base estudos que
respaldam a segurança da molécula, incluindo a previsão de Limite Máximo de Resíduos recomendada pelo Codex Alimentarius. Apesar de não haver indicativos científicos de que possa acarretar danos à saúde humana, diversos países no mundo aboliram a importação de carnes de animais que tenham recebido essa substância na alimentação. São os casos de Rússia e China. O primeiro foi o maior comprador da carne suína brasileira durante muitos anos e deixou de importar, em 2017, atribuindo como motivo justamente o uso da ractopamina. Para Vinícius de Souza Cantarelli, professor e pesquisador da Universidade Federal de Lavras na área de Produção e Nutrição de Monogástricos, a substância tem grandes impactos positivos nas produções brasileiras e não há evidências de que os resíduos de seu uso afetem os consumidores. Os embargos de países à carne suína, nesse sentido, seriam resultado de barreiras comerciais e protecionismo.

 

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