Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,65 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,38 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 161,00 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,24 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,53 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 4,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,01 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 131,23 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 140,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 123,84 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,28 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.538,40 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.437,03 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 125,60 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 142,66 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 157,15 / cx
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Revista Online

Em xeque nos mercados internacionais, ractopamina gera discussões e perde espaço na suinocultura

As restrições ao uso de RAC representam uma barreira significativa ao comércio, reduzindo as vendas dos exportadores de carne suína em quase 85%

Em xeque nos mercados internacionais, ractopamina gera discussões e perde espaço na suinocultura

Por Anderson Oliveira

A descoberta da ractopamina (RAC) resultou em ganhos para a suinocultura brasileira. O aditivo contribuiu para a melhora na conversão alimentar e no ganho de carne nos animais em fase de terminação. Permitido no Brasil desde 1996, o uso é autorizado com base estudos que
respaldam a segurança da molécula, incluindo a previsão de Limite Máximo de Resíduos recomendada pelo Codex Alimentarius. Apesar de não haver indicativos científicos de que possa acarretar danos à saúde humana, diversos países no mundo aboliram a importação de carnes de animais que tenham recebido essa substância na alimentação. São os casos de Rússia e China. O primeiro foi o maior comprador da carne suína brasileira durante muitos anos e deixou de importar, em 2017, atribuindo como motivo justamente o uso da ractopamina. Para Vinícius de Souza Cantarelli, professor e pesquisador da Universidade Federal de Lavras na área de Produção e Nutrição de Monogástricos, a substância tem grandes impactos positivos nas produções brasileiras e não há evidências de que os resíduos de seu uso afetem os consumidores. Os embargos de países à carne suína, nesse sentido, seriam resultado de barreiras comerciais e protecionismo.

 

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