Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,34 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,34 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 153,40 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,38 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,96 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 135,42 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 127,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,50 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.563,34 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.475,23 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 140,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 150,47 / cx
Destaque Todas Páginas
Revista Online

Em xeque nos mercados internacionais, ractopamina gera discussões e perde espaço na suinocultura

As restrições ao uso de RAC representam uma barreira significativa ao comércio, reduzindo as vendas dos exportadores de carne suína em quase 85%

Em xeque nos mercados internacionais, ractopamina gera discussões e perde espaço na suinocultura

Por Anderson Oliveira

A descoberta da ractopamina (RAC) resultou em ganhos para a suinocultura brasileira. O aditivo contribuiu para a melhora na conversão alimentar e no ganho de carne nos animais em fase de terminação. Permitido no Brasil desde 1996, o uso é autorizado com base estudos que
respaldam a segurança da molécula, incluindo a previsão de Limite Máximo de Resíduos recomendada pelo Codex Alimentarius. Apesar de não haver indicativos científicos de que possa acarretar danos à saúde humana, diversos países no mundo aboliram a importação de carnes de animais que tenham recebido essa substância na alimentação. São os casos de Rússia e China. O primeiro foi o maior comprador da carne suína brasileira durante muitos anos e deixou de importar, em 2017, atribuindo como motivo justamente o uso da ractopamina. Para Vinícius de Souza Cantarelli, professor e pesquisador da Universidade Federal de Lavras na área de Produção e Nutrição de Monogástricos, a substância tem grandes impactos positivos nas produções brasileiras e não há evidências de que os resíduos de seu uso afetem os consumidores. Os embargos de países à carne suína, nesse sentido, seriam resultado de barreiras comerciais e protecionismo.

 

Assuntos Relacionados
mercadosuinocultura
Mais lidas

Relacionados

SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329