Regiões de São Paulo e Paraná têm dificuldades para venda, enquanto em Minas e Santa Catarina demanda aquece
Preços do suíno seguem tendências opostas nas regiões produtoras

As movimentações no mercado independente de suínos foram bastante distintas dentre as regiões acompanhadas pelo Cepea nos últimos dias, aponta os analistas. Elas interrompem a longa sequência de uniformidade na tendência observada no setor.
Segundo colaboradores do Cepea, em algumas praças, como na SP-5 (Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba) e em Arapoti (PR), agentes seguem relatando dificuldades em negociar novos lotes de animais devido ao recuo de compradores, contexto que resulta em quedas nos preços.
Já em outras regiões, principalmente nas de Minas Gerais, as vendas se aqueceram, o que vem elevando as cotações do suíno vivo. Além das praças mineiras, no Oeste Catarinense, a melhora nas vendas aos frigoríficos locais também impulsionou os valores.
Leia também no Agrimídia:
- •Coreia do Sul avalia sistema de defesa sanitária de suínos no RS para ampliar mercado
- •Alerta de temporais: baixa pressão e frente fria trazem chuvas intensas ao Centro-Sul
- •China deve retomar compras de carne bovina brasileira entre outubro e novembro, avalia Abiec
- •Diplomacia sanitária avança na Ásia enquanto clima e insumos pressionam custos
Essas recentes reações nos preços têm recuperado o otimismo de alguns produtores, que, agora, voltam a aguardar maior liquidez nestas últimas semanas do ano, fundamentados também no típico aquecimento das vendas nesse período.
























