Indicador ESALQ/BM&FBovespa, referente à região de Campinas (SP), fechou a R$ 93,40/saca de 60 kg na sexta-feira, 26.
Soja volta a subir e preço do milho continua batendo recordes

De acordo com os dados divulgados nesta segunda-feira (26/03), pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), os insumos continuam pesando no bolso do produtor.
Os preços do milho seguem em patamares recordes na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea, sustentados pelo baixo volume em estoque, por incertezas quanto à produtividade das lavouras de segunda safra e pela demanda interna firme. Por enquanto, estimativas oficiais (que devem ser ajustadas à medida que as lavouras forem se desenvolvendo) seguem indicando safra recorde.
Segundo pesquisadores, agentes consultados pelo Cepea temem que o atraso na semeadura possa desfavorecer a produtividade. Além disso, a maior umidade em regiões do Centro-Oeste e a falta de chuvas e altas temperaturas em áreas do Sul e do Sudeste são acompanhadas de perto por agentes – esse contexto, inclusive, também contribui para sustentar os valores domésticos. Assim, de 19 a 26 de março, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa, referente à região de Campinas (SP), se manteve praticamente estável (-0,47%), fechando a R$ 93,40/saca de 60 kg na sexta-feira, 26.
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Os preços da soja subiram no mercado brasileiro na semana passada. Esse movimento esteve atrelado às valorizações externa e cambial e à retração de sojicultores. Segundo pesquisadores do Cepea, mais da metade da safra 2020/21 já foi comercializada, e, agora, produtores preferem colher e armazenar o grão, na expectativa de vender a oleaginosa a valores maiores nos meses posteriores.
No mercado spot, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa – Paranaguá subiu 2,3% entre 19 e 26 de março, indo para R$ 172,05/sc de 60 kg na sexta-feira, 26. O Indicador CEPEA/ESALQ Paraná avançou 2,8% na mesma comparação, a R$ 165,07/sc de 60 kg na sexta.





















