Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,14 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,22 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,53 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,08 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,85 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,77 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,59 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,57 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,63 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 158,55 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 166,89 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 183,32 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,18 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 167,73 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,26 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.158,45 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.092,04 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 175,71 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 157,57 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 159,60 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 171,02 / cx
FAO

Índice de Preços da Carne da FAO atinge recorde histórico

Em março, os preços da carne suína registraram o maior aumento mensal já registrado desde 1995

Índice de Preços da Carne da FAO atinge recorde histórico

Fonte: FAOO Índice de Preços de Alimentos da FAO registrou uma média de 159,3 pontos em março de 2022, um aumento de 17,9 pontos (12,6%) em relação a fevereiro, dando um salto gigante para um novo nível mais alto desde sua criação em 1990. O aumento mais recente reflete novos altas para os subíndices de óleos vegetais, cereais e carnes, enquanto os de açúcar e laticínios também aumentaram significativamente.

O  Índice de Preços da Carne da FAO  teve média de 120,0 pontos em março, alta de 5,5 pontos (4,8%) em relação a fevereiro, atingindo também um recorde histórico. Em março, os preços da carne suína registraram o maior aumento mensal já registrado desde 1995, sustentado pela falta de oferta de suínos para abate na Europa Ocidental e um aumento na demanda interna devido às próximas férias da Páscoa. Os preços internacionais da carne de aves se firmaram, impulsionados pela redução da oferta dos principais países exportadores após surtos de gripe aviária, ainda mais impactados pela incapacidade da Ucrânia de exportar carne de aves em meio ao conflito em andamento. Os preços da carne bovina também se firmaram, pois, a oferta restrita de gado pronto para abate persistiu em algumas regiões produtoras importantes, enquanto a demanda global permaneceu sólida.

Já o Índice de Preços de Cereais da FAO teve média de 170,1 pontos em março, alta de 24,9 pontos (17,1%) em relação a fevereiro, marcando seu nível mais alto já registrado desde 1990. O aumento deste mês refletiu um aumento nos preços mundiais de trigo e grãos, em grande parte impulsionado por interrupções nas exportações relacionadas a conflitos da Ucrânia e, em menor grau, a Federação Russa.

De acordo com a Organização a perda esperada de exportações da região do Mar Negro exacerbou a já restrita disponibilidade global de trigo. Com as preocupações sobre as condições das safras nos Estados Unidos da América (EUA) também aumentando o suporte, os preços mundiais do trigo subiram acentuadamente em março, subindo 19,7%.

O relatório aponta que depois de subir 20,4% em março, os preços internacionais dos grãos marcaram um recorde, com os preços do milho, cevada e sorgo atingindo seus respectivos níveis mais altos já registrados desde 1990. Expectativas de exportação de milho significativamente reduzidas para a Ucrânia, um grande exportador, além dos custos elevados de energia e insumos, sustentaram um aumento de 19,1% nos preços mundiais do milho mês a mês. A força nos mercados de milho influenciou outros grãos, com os preços do sorgo subindo 17,3 por cento, enquanto as incertezas da oferta aumentaram ainda mais a pressão sobre os já apertados mercados de cevada, elevando os preços da cevada em 27,1% em relação a fevereiro.

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  • Milho - Indicador
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  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
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