Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,90 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,23 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,46 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,92 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,03 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,53 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,61 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,63 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,64 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.461,42 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,39 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,87 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,58 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 163,44 / cx
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PIMAgro

Produção agroindustrial voltou a crescer no Brasil em maio

Nos primeiros cinco meses do ano, porém, índice PIMAgro caiu em relação ao mesmo período de 2021

Produção agroindustrial voltou a crescer no Brasil em maio

Depois de estagnar no início do segundo trimestre, o PIMAgro, índice do Centro de Estudos em Agronegócios da Fundação Getulio Vargas (FGV Agro) que mensura o ritmo da atividade em diferentes ramos que fazem parte do setor, retomou, em maio, a trajetória de alta que começou a ser ensaiada em novembro de 2021. O indicador subiu 1,5% em relação a abril e 0,9% em comparação com maio do ano passado.

“Mesmo assim, esse maior volume de produção em maio último não foi suficiente para que a produção nos primeiros cinco meses de 2022 superasse o resultado do mesmo período de 2021”, destacou o FGV Agro. Nessa comparação, o índice recuou 0,6%.

O PIMAgro é baseado em dados da Pesquisa Industrial Mensal (PIM-PF) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) e nas variações do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-BR), da taxa de câmbio e do Índice de confiança do Empresário da Indústria de Transformação (ICI) da FGV

Na comparação com o mesmo mês do ano passado, a alta de maio foi garantida por um incremento de 1,9% no grupo formado por produtos não-alimentícios, puxado por insumos (10,5%), têxteis (2,3%) e pelo ramo florestal (0,7%). No segmento de produtos alimentícios e bebidas, a variação interanual foi levemente negativa (0,1%), em decorrência sobretudo de uma queda de 9,2% na área de alimentos de origem vegetal.

De janeiro a maio, a queda de 0,6% foi determinada pelo recuo de 2,1% no grupo de produtos não-alimentícios, principalmente por causa de declínios nas áreas de biocombustíveis (16,8%), têxteis (11,3%) e borracha (5,9%). Em alimentos e bebidas, houve aumento nesse intervalo, de 0,8%.

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