Produto Bonasa é exaltado como a ESCOLHA CERTA para o consumidor em avaliação realizada pela ProTeste.
Bonasa quebra o “mito” do gelo e da química
Do outro lado do balcão existe sim muita seriedade, estudo, trabalho e alta tecnologia. Recentemente a revista Saúde ProTeste, que é vinculada à Associação Brasileira de Defesa do Consumidor, uma entidade civil sem fins lucrativos e que atua na defesa e no fortalecimento dos direitos dos consumidores brasileiros, promoveu um teste avaliando várias marcas sobre a possível existência de resíduos de substâncias químicas como antibióticos, por exemplo, e sobre excesso de água na carne de frango congelada.
Várias empresas de renome no mercado foram submetidas ao teste, e comprovou-se que não haviam as tais substâncias “duvidosas” na carne de frango em algumas delas. Este foi o caso da Bonasa (Asa Alimentos), que além de ter sido aprovada no teste de qualidade teve, também, o seu produto exaltado como a ESCOLHA CERTA para o consumidor da região Centro-Oeste.
Controle de qualidade
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Segundo Heber Silva, gestor industrial da Bonasa (Asa Alimentos), o que o consumidor precisa compreender é que existem testes comprobatórios de que as aves são industrializadas dentro do limite permitido pelo Ministério da Agricultura, que é de 6% para absorção de água. “A empresa trabalha com um amplo controle de qualidade e toda a produção é monitorada continuamente com testes especiais, como é o caso do Drip Test. Ou seja, após abatido, o frango só é embalado se estiver no nível permitido pelo teste, que é totalmente validado pelo Serviço de Inspeção Federal e pelo Ministério da Agricultura”, acentua o gestor da Bonasa.
Para que se compreenda melhor, o Drip Test verifica exatamente a quantidade de água resultante do descongelamento do produto e faz parte da metodologia constante na Portaria SDA, de 10 de novembro de 1998, que considera a padronização dos métodos e elaboração de produtos de origem animal no que tange às instalações, equipamentos, higiene do ambiente, esquema de trabalho do serviço de inspeção federal, para o abate e a industrialização de aves. O teste é aplicado após o abate, escalda, depenação e evisceração. Na sequência, o frango passa por sistemas de banho em água gelada, que preparam a carcaça para o resfriamento ou congelamento, não podendo ultrapassar seis pontos percentuais estabelecido pela Portaria.





















