Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 64,62 / kg
Soja - Indicador PRR$ 133,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 140,86 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,55 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,23 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,84 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 4,86 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 4,95 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 5,00 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 135,26 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 136,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 145,63 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 150,31 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 128,37 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 140,54 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,27 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.393,52 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.315,29 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 146,98 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 136,06 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 140,92 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 152,89 / cx
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Saúde Animal

Leitões protegidos evitam perdas econômicas para o suinocultor

A vacinação precoce de leitões previne doenças e contribui para manutenção da saúde do rebanho.

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Leitões protegidos evitam perdas econômicas para o suinocultor

Doenças que podem ser contraídas pelos leitões nas primeiras semanas de vida sempre impactam no crescimento saudável dos animais, comprometendo o desempenho nas fases de crescimento/terminação, além de acarretar perdas econômicas ao suinocultor.  Muitas dessas enfermidades podem permanecer incubadas sem apresentar sintomas visíveis, entretanto, o suíno infectado é capaz de disseminar a doença e ter os órgãos, como o pulmão e o intestino, danificados.

Uma das doenças mais prevalentes e que causa grande impacto econômico ao sistema de produção é a circovirose. Causada pelo agente Circovírus Suíno Tipo 2 (PCV 2), a enfermidade tem transmissão oro nasal (nariz com nariz), é altamente contagiosa e afeta o sistema imunológico,  facilitando a entrada de agentes secundários oportunistas que dão origem à diversas infecções. Os principais sinais clínicos são a excessiva perda de peso (emagrecimento progressivo), perda de apetite, linfadenopatia – aumento dos gânglios, principalmente na região do pescoço e ignal -, diarreia crônica e dificuldades respiratórias. Não existe um tratamento específico para a virose, na maioria das vezes é combatida a infecção secundária, mas o vírus continua ativo.

Para a médica veterinária especialista em suínos, Nazaré Lisboa, a melhor maneira de proteger e preservar a saúde do plantel é por meio da vacinação, além da aplicação de boas praticas de manejo. Essas práticas incluem o uso racional das instalações com adequado fluxo de produção, o que facilita a adoção do sistema “tudo dentro/ tudo fora”  – separação de lotes de animais com idades diferentes evitando a contaminação dos leitões mais novos pelos mais velhos -, programa nutricional adequado para atender as exigências de cada fase, evitar a presença de animais clinicamente afetados que serão portadores e disseminadores do vírus, além de situações de estresse relacionados à ambiência, nutrição e manejo. Todos esses itens associados a um adequado programa de vacinação favorecem o controle da circovirose.

A Zoetis, antiga unidade de negócios de Saúde Animal da Pfizer, oferece a Suvaxyn PCV2, primeira vacina de dose única contra circovírus registrada no Brasil para ser utilizada em leitões a partir de 3 semanas de vida. O produto promove alta resposta antigênica e tem o diferencial de reduzir o nível de vírus circulantes no sangue do animal com apenas uma dose. O período de proteção é de quatro meses, e a vacina também pode ser administrada em duas doses, proporcionando flexibilidade no protocolo conforme manejo da propriedade.

Outro ponto de preocupação para os suinocultores são as doenças respiratórias. O principal agente dessas enfermidades é o Mycoplasma hyopneumoniae. Esse patógeno modula o sistema imune e altera os mecanismos de defesa dos pulmões, facilitando a instalação de infecções por outras bactérias. O contágio acontece logo nas primeiras semanas de vida dos leitões ou após o desmame. Os animais têm sinais de tosse, dispneia (dificuldade respiratória), corrimento nasal, febre, falta de apetite e perda de peso. Na fase inicial, a tosse é seca, mas os sintomas evoluem de acordo com o quadro clínico que se estabelece. Os problemas respiratórios em suínos são bastante contagiosos, altamente frequentes e apresentam altas taxas de morbidade. Muitos suínos não desenvolvem essas doenças, mas tem o pulmão danificado, o que acarreta a dificuldade de crescimento e perda parcial ou total da carcaça.

Nazaré ressalta que o estabelecimento de um programa eficiente de prevenção e a agilidade na tomada de ações para controle dessas doenças são essenciais na redução de  mortalidade, perdas de crescimento e diminuição do impacto econômico que os problemas respiratórios representam no sistema intensivo de produção de suínos.

Considerada referência no mercado para proteção contra o Mycoplasma hyopneumoniae, a RespiSure 1 One, da Zoetis, promove proteção precoce e duradoura. É a única vacina, registrada no Brasil, que pode ser aplicada a partir do 1º dia de vida do leitão e que comprovadamente reduz a colonização e a disseminação do agente, diminuindo a pressão de infecção. Ao ultrapassar a barreira de anticorpos maternos, o animal é considerado imunizado duas semanas após a aplicação do produto que, com uma única dose, confere proteção até o abate. 

CIRCOVIROSE

Causas

Causado pelo circovírus suíno PCV tipo 2, a circovirose tem transmissão oro nasal (nariz com nariz), é altamente contagiosa e afeta o sistema imunológico do animal facilitando a entrada de doenças oportunistas.

Sintomas

Os animais têm sinais de emagrecimento progressivo, a perda de apetite, linfadenopatia (aumento dos gânglios, principalmente na região do pescoço), diarreia crônica e dificuldades respiratórias.

Consequências

Interferência no desenvolvimento corporal dos animais afetados, condenação de carcaças e deficiência do sistema imunológico.

Prevenção

A Zoetis oferece a Suvaxyn PCV2, primeira vacina de dose única contra circovírus registrada no Brasil para ser utilizada em leitões a partir de 3 semanas de vida. O produto promove alta resposta antigênica e tem o diferencial de reduzir o nível de vírus circulantes no sangue do animal com apenas uma dose. O período de proteção é de quatro meses, e a vacina também pode ser administrada em duas doses, proporcionando flexibilidade no protocolo conforme manejo da propriedade.

DOENÇAS RESPIRATÓRIAS EM SUÍNOS

Causas

O principal agente causador e porta de entrada das doenças respiratórias em suínos é o Mycoplasma hyopneumoniae. Esse patógeno modula o sistema imune e altera os mecanismos de defesa dos pulmões, facilitando a instalação de infecções por outras bactérias. Os problemas respiratórios em suínos são bastante contagiosos, altamente frequentes e apresentam altas taxas de morbidade.

Sintomas

Os animais têm sinais de tosse, dispneia (dificuldade respiratória), corrimento nasal, febre, falta de apetite e perda de peso. Na fase inicial, a tosse é seca, mas os sintomas evoluem de acordo com o quadro clínico que se estabelece e a gravidade das lesões. Manifestações subclínicas (sem sintomas) também causam prejuízos de conversão alimentar e pioram o ganho de peso dos suínos.

Consequências

Interferência no desenvolvimento corporal dos animais afetados, mortalidade e condenação de carcaças. Ocorrências como essas acabam demandando gastos maiores com tratamento dos animais que, se não forem medicados adequadamente, disseminam os agentes para o resto do plantel – reduzindo o rendimento e, muitas vezes, inviabilizando a continuidade da produção.

Prevenção

A melhor forma de prevenir a enfermidade é a vacinação.  A Zoetis oferece a RespiSure 1 One, considerada referência no mercado para proteção contra Mycoplasma hyopneumoniae, promove imunização precoce e duradoura. É a única vacina, registrada no Brasil, que pode ser aplicada a partir do 1º dia de vida do leitão e que comprovadamente reduz a colonização e a disseminação do agente, diminuindo a pressão de infecção. Ao ultrapassar a barreira de anticorpos maternos, o animal é considerado imunizado duas semanas após a aplicação do produto que, com uma única dose, confere proteção até o abate.

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  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
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