Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Produtor de suíno pede mais financiamentos

Suinocultores brasileiros querem que o CMN avalie as distorções verificadas na cadeia produtiva da carne suína.

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Redação SI 28/04/2003 – Suinocultores brasileiros querem que o Conselho Monetário Nacional (CMN) avalie as distorções verificadas na cadeia produtiva da carne suína, em especial, os preços e margens praticadas pelos diversos segmentos que a compõem. Eles pedem também que se viabilize a prorrogação dos financiamentos dos suinocultores, contraída tanto para custeio como para investimento, com prazos de 5 e 20 anos, respectivamente.

Essas reivindicações fazem parte de documento elaborado em Belo Horizonte na última sexta-feira, quando foi encerrada o X Seminário Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura, promovida pela Associação Brasileira de Criadores de Suínos (ABCS) e Associação de Suinocultores do Estado de Minas Gerais (Asemg).

Grave crise

“O setor passa pela pior crise de sua história, pois o preço pago pelo quilo vivo é apenas dez centavos a mais do que o valor do custo de produção por quilo”, disse José Braun, presidente da ABCS.

Segundo ele, as reivindicações justificam-se pelo momento dramático vivido pelos suinocultores que há mais de 15 meses amargam pesados prejuízos, comprometendo a sua permanência na atividade. “O consumidor final paga caro pela carne de suíno e o produtor está nesta situação. Por isso, reunimos com representantes de toda a cadeia para a elaboração do documento”, completa ele.

Segundo levantamentos efetuados pela Asemg, o quilo vivo pago ao produtor de suíno gira em torno de R$ 1,80 e o custo da produção é de R$ 1,70 por quilo. Nos supermercados, segundo informações da entidade, o consumidor chega a pagar R$ 7 pelo quilo.

Os produtores, além da dificuldade no mercado interno, têm dificuldades, também, nos negócios externos. “As exportações são concentradas na Rússia, com 80% dos destinos, Argentina e Hong Kong. Devemos buscar alternativas de mercado, pois a Rússia está impondo barreiras sanitárias para nossos produtos”, afirma.

Ele disse que a Argentina deve exportar mais carne suína neste ano, pois o aumento das encomendas já é percebido. Outros mercados que a ABCS acredita é China e Países Baixos, que já sinalizaram expansão nas compras.

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