Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Oferta excessiva

Embargo russo às carnes suínas de SC e do RS já está apresentando reflexo na oferta e na queda do preço.

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Redação SI 28/05/2003 – O embargo russo à carne suína de Santa Catarina – e agora também à gaúcha – continua pressionando o mercado de suíno vivo na região Sul do País, que já vive uma situação de oferta excessiva. Na segunda-feira (26), as integrações catarinenses e gaúchas passaram a pagar R$ 1,37 pelo quilo do suíno vivo. Em ambos os mercados, o preço estava em R$ 1,40 desde 12 de maio.

A alegação das indústrias, segundo associações de produtores, é a grande oferta de animais num momento em que o consumo interno é fraco e as exportações para a Rússia estão paradas. “O criador está numa situação complicada, tendo de diminuir a produção”, afirma Ariosvaldo Mânfio, da Associação Catarinense dos Criadores de Suínos.

“A Rússia é mais um problema para o setor”, diz Zezo Pedrozo, presidente do Sindicarnes de Santa Catarina. “Desde dezembro, estamos à espera de uma solução (para o embargo), mas está demorando”. Segundo ele, a produção de suínos cresceu, mas a demanda não acompanhou.

Um agravante, avalia, é a paralisação do frigorífico Chapecó, que abatia 60 mil suínos por mês.

No Rio Grande do Sul, o embargo russo deixou as indústrias em alerta, já que vai sobrar mais carne no mercado interno, observa José Adão Braun, presidente da Associação Brasileira de Criadores de Suínos. O quadro preocupa, afirma, pois o mercado doméstico enfrenta um queda na renda da população e aumento do desemprego.

O presidente da Associação dos Criadores do Rio Grande do Sul, Gilberto Silva, espera uma recuperação dos preços com o aumento de consumo de carne suína no inverno. Zezo Pedrozo, do Sindicarnes, está menos otimista. “A demanda deve melhorar, mas a oferta ainda é grande”.

A situação no Sul pressiona o mercado paulista, segundo Oto Xavier, da Jox. O motivo é que aumentam as ofertas do Sul – tanto de animais vivos quanto carcaças – para São Paulo. Na segunda-feira (26), a arroba ficou em R$ 29,50, queda de R$ 2,00 desde o início do mês.

 
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