Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Suinocultura em boa fase

Preço da carne se recupera e custo de produção segue estável. Período frio também favorece o consumo.

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Redação SI 26/07/2004 – 06h42 – Depois das dificuldades vividas nos anos de 2002 e 2003, a atividade suinícola parece estar voltando aos seus melhores dias. O custo de produção permanece estável em níveis muito favoráveis e o preço da carne suína melhorou nos últimos meses. Esta semana, a arroba do produto variou de R$ 50,00 a R$ 55,00 para os produtores independentes. Em janeiro deste ano, a arroba estava cotada entre R$ 43,00 e R$ 45,00. De lá para cá, o aumento médio foi de 20%.

O presidente da Associação Goiana de Suinocultores, Eugênio Arantes Pires, confirma a boa fase vivida pela atividade, mas ressalta que o quadro ainda não é para euforia. Conforme diz, a melhoria de preço é reflexo da redução da oferta no mercado atacadista, resultante do abate de 300 mil matrizes suínas em todo o País ao longo de 2002 e 2003. “Realmente há uma recuperação de preço e os custos de produção estão estabilizados, já que as cotações do milho e do farelo de soja têm se comportado dentro de parâmetros favoráveis à criação suinícola”, ressalta Eugênio.

Consumo cresce

Outro fator positivo é o aumento do consumo, favorecido pelo período mais frio do ano. Além disso, as sucessivas campanhas realizadas pela Associação vêm surtindo efeito. Escolas de Rio Verde e de Goiânia atualmente já utilizam carne suína no cardápio da merenda escolar. Além disso, chefes de cozinhas de restaurantes e donas-de-casa têm sido icentivados a fazer mais pratos tendo como base a carne suína.

Eugênio Arantes argumenta que os criadores precisam fazer muitos investimentos na modernização das granjas (instalações físicas), apostar na melhoria da produtividade e na genética como forma de melhorar o desempenho da atividade. Nos períodos de crise isso não foi possível, mas agora essas providências já estão sendo tomadas. O dirigente da Associação faz um alerta aos produtores no sentido de que evitem aumentar plantéis, mantendo a oferta ajustada ao consumo. Os ganhos devem vir com o aumento da produtividade, frisa ele.

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