Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Preço do suíno cai ainda mais

Embargo russo completa um mês e não há solução à vista.

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Redação SI 22/10/2004 – O embargo russo às carnes brasileiras completa um mês, trazendo mais prejuízos para a cadeia produtiva catarinense. A cotação do suíno vivo para o criador integrado aos frigoríficos caiu mais R$ 0,05 e estacionou em R$ 2,20. É mais um reflexo negativo da maior barreira internacional sofrida pelos produtos brasileiros em 2004.

As perdas acumuladas pelos suinocultores nos últimos 30 dias totalizam 6,8% ou R$ 0,15. Mesmo assim, o presidente da Cooperativa Central Oeste Catarinense (Coopercentral), José Zeferino Pedrozo, disse que a atual cotação ainda remunera o criador integrado com resultado positivo. “O preço atual deve permanecer até o final do ano, pois os pedidos de carnes aumentam no mercado interno com a proximidade do Natal”, disse Pedrozo.

O presidente da Associação Catarinense dos Criadores de Suínos (ACCS), Wolmir de Souza, acredita que a retomada das exportações para a Rússia só deve se normalizar novamente em fevereiro de 2005. “Mas isso não pode ser usado como pretexto para se baixar o preço do suíno no Brasil. Se a cotação cair mais, é má fé das agroindústrias.”

O vice-presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), Clair Dariva, diz que apesar da queda da remuneração, o suinocultor catarinense ainda consegue manter uma margem de lucro proporcionada pelos 8% proporcionados com a tipificação das carcaças. “Outro fator que ameniza as perdas é a redução do valor da soja e do milho usados na alimentação animal”, observou.

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