Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Preço do suíno cai ainda mais

Embargo russo completa um mês e não há solução à vista.

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Redação SI 22/10/2004 – O embargo russo às carnes brasileiras completa um mês, trazendo mais prejuízos para a cadeia produtiva catarinense. A cotação do suíno vivo para o criador integrado aos frigoríficos caiu mais R$ 0,05 e estacionou em R$ 2,20. É mais um reflexo negativo da maior barreira internacional sofrida pelos produtos brasileiros em 2004.

As perdas acumuladas pelos suinocultores nos últimos 30 dias totalizam 6,8% ou R$ 0,15. Mesmo assim, o presidente da Cooperativa Central Oeste Catarinense (Coopercentral), José Zeferino Pedrozo, disse que a atual cotação ainda remunera o criador integrado com resultado positivo. “O preço atual deve permanecer até o final do ano, pois os pedidos de carnes aumentam no mercado interno com a proximidade do Natal”, disse Pedrozo.

O presidente da Associação Catarinense dos Criadores de Suínos (ACCS), Wolmir de Souza, acredita que a retomada das exportações para a Rússia só deve se normalizar novamente em fevereiro de 2005. “Mas isso não pode ser usado como pretexto para se baixar o preço do suíno no Brasil. Se a cotação cair mais, é má fé das agroindústrias.”

O vice-presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), Clair Dariva, diz que apesar da queda da remuneração, o suinocultor catarinense ainda consegue manter uma margem de lucro proporcionada pelos 8% proporcionados com a tipificação das carcaças. “Outro fator que ameniza as perdas é a redução do valor da soja e do milho usados na alimentação animal”, observou.

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