Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 66,81 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,41 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,45 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,97 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,75 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,67 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 5,27 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 5,18 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 5,47 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 156,60 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 157,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,22 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 177,34 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 148,58 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 167,80 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,34 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,36 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.329,31 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.227,27 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 180,12 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 152,51 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 165,67 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 179,88 / cx

Universo desagradável

Rodrigues prevê dificuldades no agronegócio em 2005.

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Da Redação 26/11/2004 – O ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, prevê para 2005 um universo desagradável para as principais commodities agrícolas, com aumento de custos de produção e queda dos preços internacionais. A expectativa hoje, em relação ao ano que vem, é mais ou menos de uma redução dos preços das commodities anuais, caso de soja, milho, arroz, trigo e algodão, mas não muito forte, dependendo de como vão agir os mercados, disse ontem (24/11), em São Paulo, para participar do 24o. Encontro Nacional de Comércio Exterior (Enaex).

Ele não quis, entretanto, dimensionar em qual grau seria o volume de perdas financeiras dos agricultores. Seria totalmente adivinhação dizer quanto seria a perda. Temos de esperar ainda os mercados se manifestarem, e isso só vai acontecer de fato a partir de janeiro e fevereiro, quando a safra brasileira ficar mais ou menos caracterizada, junto com a da Argentina, Paraguai e Uruguai, explicou.

Segundo o ministro, em relação ao ano passado, os custos de produção aumentaram 20%, em média, puxados pelas altas de preços de petróleo e do aço no mercado internacional. Por outro lado, Rodrigues vê sinalização positiva para os mercados de açúcar e etanol, biodiesel, café e suco de laranja. O conjunto do agronegócio talvez não tenha perdas de renda significativas, mas haverá perda significativa de renda líquida para o setor, na medida em que os custos subiram para todos, avaliou.

Dessa maneira, o ministro descartou o risco de a balança comercial brasileira ser comprometida em 2005, já que a previsão do Ministério é de aumento do volume de exportações, puxado por uma safra agrícola maior, possivelmente recorde em soja. Há também absoluta garantia de suprimento do mercado interno, assegurou.

Álcool

O ministro disse ainda que o abastecimento de álcool no mercado nacional, em 2005, está absolutamente tranqüilo. Ainda na semana passada, conversei longamente com o setor, que me garante tranqüilidade absoluta de abastecimento. A moagem de cana, até 15 de novembro, já está igual à do ano passado, e há uma grande quantidade de usinas que ainda vão moer até meados de dezembro, disse.

O ministro insistiu ser totalmente improvável a possibilidade de redução da mistura de etanol à gasolina. O setor está exportando, nesse ano, 1,8 bilhão de litros de álcool, mais do que o dobro do ano passado, e o consumo interno cresceu mais de um bilhão de litros no ano e, assim mesmo, estamos tranqüilos em relação ao abastecimento graças à grande produção desse ano, argumentou.

Carnes

Rodrigues reconheceu nesta quarta-feira (24/11) que as negociações para remoção dos embargos russos sobre a carne brasileira ficaram aquém das suas expectativas, mas contrariou a avaliação de empresários do setor de comércio exterior ao analisar os resultados das negociações mantidas com a China. Não vou entrar na questão do reconhecimento de economia de mercado, mas o setor rural teve ganhos significativos, abrindo o mercado para carnes de frango e bovina e para miúdos bovinos, uma demanda formidável do setor privado, finalmente atendida, opinou o ministro.

A expectativa de Rodrigues é de que, nas próximas três semanas, o embargo russo seja levantado e, caso isso aconteça, não haverá interferência no comércio bilateral porque entre dezembro e fevereiro há redução de embarques para a Rússia por causa de fatores de clima e acesso a portos russos.

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