Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,34 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,34 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 153,40 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,38 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,96 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 135,42 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 127,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,50 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.563,34 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.475,23 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 140,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 150,47 / cx
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Viagem em grupo

Transportar animais para o abate não é tarefa fácil. Imagine levar mais de três mil suínos de alta qualidade genética de MT até o RS. Confira como foi a viagem, segundo uma reportagem do programa “Globo Rural”.

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Redação SI 11/04/2005 – O comboio vai transportar mais de 3 mil animais em três viagens. São suínos com peso entre 20 e 100 quilos. Para fazer o transporte há planejamento especial: são usados caminhões novos com estrutura metálica, nas carrocerias bicos borrifam água para diminuírem em até cinco graus a temperatura interna. Os porcos serão alimentados apenas com água misturada a suplementos.

“É uma solução com vitaminas e tudo que precisa para rehidratar o animal e evitar o estresse”, explica Gilson Crumenauer, técnico agrícola.

Na hora do carregamento os suínos são separados por peso. Os menores vão na parte de baixo, onde a temperatura oscila menos e a lotação não pode ser tão densa. O percurso é longo, cerca de 2,5 mil quilômetros até o Rio Grande do Sul. O trajeto será sem parada. O início da viagem que é o momento mais crítico é feito sempre à noite.

“Na verdade, a gente tem que ter todos os cuidados e até mais cuidados do que uma carga de simples abate”, comenta Luciano Oliveira Ferreira, gerente da empresa.

O diretor da empresa que vendeu os animais diz que agora o estado está fazendo o caminho inverso ao exportar matrizes para o Rio Grande do Sul: “A suinocultura quando começou aqui no Mato Grosso, no médio norte, as empresas foram buscar a genética no Rio Grande do Sul”, diz Pedro Roberto Tissiani, gerente da granja.

No Rio Grande do Sul, a repórter Anelise Nicolodi acompanhou o transporte dos porcos até a cooperativa.

Ainda era madrugada quando os animais chegaram à Unidade de Produção de Leitões em Quinze de novembro, RS. Foram 48 horas de viagem de Nova Mutum, no Mato Grosso, ao noroeste gaúcho.

Este é o primeiro lote dos mais de 3,3 mil animais que vão compor a Unidade de Produção de Leitões da cooperativa de Ibirubá. O investimento de mais de 10 milhões de reais vai beneficiar 80 produtores de cinco municípios da região noroeste do Rio Grande do Sul.

As matrizes vão inseminadas e vão produzir 80 mil leitões por ano. Depois os animais vão ser distribuídos aos produtores que têm uma parceria com a cooperativa.

Rudmar já trabalha com isso há dois anos. Ele tem na propriedade quase 1,5 mil animais que estão em período de engorda. Segundo o agricultor, a suinocultura é uma garantia de lucro: “Se não fosse a suinocultura hoje a gente não tira de onde tirar o nosso sustento.”

Os outros dois lotes de suínos devem chegar à cooperativa gaúcha dentro de 20 dias.  

 

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